Miss Uberlândia 2025 é presa por envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro
Miss Uberlândia presa por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

Miss Uberlândia 2025 é presa por envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

A vencedora do Miss Universe Uberlândia 2025, Sara Monteiro, de 36 anos, foi presa nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026, em São Paulo, após ser alvo da Operação Luxury, conduzida pela Polícia Federal. A operação investiga um extenso esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro que atua em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, com ramificações em várias cidades brasileiras.

Modelo era esposa de chefe do crime organizado

A modelo, que é esposa de um dos principais chefes da organização criminosa, desempenhava um papel fundamental no esquema, auxiliando nas atividades financeiras do grupo. De acordo com as investigações da Polícia Federal, Sara Monteiro era beneficiária direta dos recursos ilícitos, atuando ativamente na lavagem de dinheiro por meio de compras de alto valor, viagens luxuosas e participando do processo de ocultação dos valores obtidos pelos criminosos.

Mudança para São Paulo e operação policial

Sara Monteiro havia se mudado para a capital paulista há poucos meses, após residir em um condomínio de luxo em Uberlândia, Minas Gerais. Durante a operação, a polícia também cumpriu outros mandados de busca e apreensão no condomínio mineiro, coletando evidências que reforçam as acusações contra a modelo e seus comparsas. A detenção ocorreu em São Paulo, onde ela estava estabelecida recentemente, demonstrando a abrangência das investigações que cruzaram fronteiras estaduais.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

As autoridades destacam que a Operação Luxury visa desmantelar uma rede criminosa sofisticada, que utiliza métodos complexos para lavar dinheiro e distribuir drogas em várias regiões do país. A prisão de Sara Monteiro marca um ponto crucial nas investigações, evidenciando a infiltração de figuras públicas em esquemas ilegais. O caso segue sob sigilo, com a Polícia Federal analisando documentos apreendidos para identificar outros envolvidos e ampliar as ações contra o crime organizado.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar