Documentário de Melania Trump desafia críticas e se torna sucesso de bilheteria
Enquanto a imprensa em peso decretava o fracasso do documentário sobre Melania Trump, as salas de cinema contavam uma história diferente. A produção, financiada pela Amazon com 45 milhões de dólares, foi alvo de uma campanha de ódio que reflete não apenas a aversão por ser esposa de Donald Trump, mas também a irritação com sua postura resiliente diante dos críticos.
Viés midiático e números que surpreendem
As reportagens tentaram ridicularizar o filme e sua protagonista de forma quase unânime, indo além do ceticismo jornalístico saudável. Matt Labash, no Substack, chegou a questionar retoricamente se era "o pior filme jamais feito". No entanto, o New York Times, em uma exceção notável, reconheceu a integridade dos dados: o documentário teve a melhor estreia para um filme do gênero nos últimos catorze anos, arrecadando sete milhões de dólares no primeiro fim de semana, mais que o dobro de "O Agente Secreto" e outros indicados ao Oscar.
Perseguição pessoal e duplos padrões
A perseguição a Melania se estende a aspectos pessoais, como sua aparência e escolhas de moda. Quando usou um vestido verde em um banquete para o príncipe saudita Mohammed Bin Salman, foi acusada de sinalizar "fidelidade" à bandeira islâmica, enquanto gestos similares de outras figuras públicas, como a princesa Kate, são celebrados como diplomacia sofisticada. Sua beleza, mesmo com procedimentos estéticos, é posta em dúvida, ignorando que, aos 55 anos, ela desafia o tempo com elegância.
Contexto turbulento e o caso Epstein
O lançamento do documentário coincidiu com um momento conturbado nos Estados Unidos, incluindo a morte de um manifestante em Minneapolis e a revelação de documentos sobre Jeffrey Epstein. Melania foi arrastada para essa lama através de alegações absurdas, como as do jornalista Michael Wolff, que tentou envolvê-la no caso. O FBI investigou ligações de Epstein com agências de inteligência, como o Mossad e serviços russos, levantando questões sobre possíveis manipulações, embora sem provas concretas.
Resiliência e imagem inexpugnável
Melania mantém uma fachada inexpugnável, raramente mostrando emoção pública, exceto ao acender uma vela em memória de sua mãe, Amalija. Sua carreira como modelo, iniciada na adolescência, a tornou resistente a pressões. No segundo mandato de Trump, ela reduziu aparições públicas, optando por roupas severas e menos ostentação, sem se importar com boatos sobre seu casamento. Apesar das críticas ao "pior filme do mundo" e acusações de suborno a Jeff Bezos, seu sorriso perfeito permanece intacto, simbolizando uma armadura inquebrável contra a hostilidade midiática.