Ex-musa do carnaval revela gasto de R$ 300 mil em estética e desiste de desfilar
Ex-musa gasta R$ 300 mil em estética e abandona carnaval

Ex-musa do carnaval revela gasto de R$ 300 mil em procedimentos estéticos e desiste de desfilar

A influenciadora e apresentadora Ana Paula Oliveira, conhecida como ex-musa da escola de samba Independente Tricolor, causou surpresa ao divulgar que investiu mais de R$ 300 mil em procedimentos estéticos durante sua preparação para o carnaval de 2025. Após uma análise profunda dos impactos físicos, emocionais e financeiros dessa jornada, ela tomou a decisão de não retornar à avenida para o desfile deste ano, em 2026.

Rotina intensa de tratamentos e pressão estética

Segundo Ana Paula, a rotina pré-carnaval foi marcada por uma série de intervenções estéticas, incluindo:

  • Cirurgias plásticas
  • Tratamentos corporais e faciais
  • Procedimentos pouco usuais, como aplicações à base de esperma de salmão (conhecido como PDRN para regeneração da pele) e máscaras de ouro

Ela explicou que esses procedimentos foram realizados com o objetivo de atender às exigências estéticas associadas aos cargos de destaque nos desfiles de carnaval. “Existe uma cobrança muito grande para que a mulher esteja sempre impecável no carnaval. Você começa achando que é só estética, mas vira uma exigência constante”, afirmou a ex-musa.

Acúmulo de procedimentos e ciclo de ajustes

De acordo com Ana Paula, os procedimentos foram se acumulando ao longo do tempo, impulsionados pela proximidade do desfile e pela comparação com outros corpos expostos na Avenida. Ela revelou que, em determinado momento, deixou de encarar as intervenções como escolhas pessoais. “Você entra em um ciclo de ajustes e correções. Quando percebe, não está mais fazendo por você, mas tentando corresponder a um padrão que nunca parece suficiente”, disse.

Decisão de não desfilar e reflexão sobre limites

Ana Paula afirmou que a decisão de não participar do carnaval deste ano foi tomada após um período de reflexão sobre os limites da preparação estética e os efeitos da pressão psicológica associada ao posto que ocupava. “Chega um momento em que você entende que precisa colocar limites”, declarou.

Ela destacou que não se arrepende de ter participado do desfile, mas avalia que o episódio evidencia a intensidade da cobrança estética no carnaval, especialmente sobre mulheres que ocupam posições de destaque. “O carnaval é lindo, mas o custo emocional desse padrão também precisa ser discutido”, concluiu, chamando atenção para um debate mais amplo sobre saúde mental e padrões de beleza no contexto das festividades.