Anitta interage com grupo evangélico que usou show para pregar em Curitiba
Um grupo com motivações religiosas gerou repercussão nas redes sociais ao comprar ingressos para o show de Anitta em Curitiba, realizado no último sábado (31), com o objetivo específico de pregar o evangelho de Jesus Cristo para a plateia. Em vídeo que viralizou no Instagram, integrantes do grupo explicam suas técnicas de abordagem, incluindo a oferta para tirar fotos de outros frequentadores como forma de iniciar conversas sobre fé.
Estratégias de evangelização em evento de entretenimento
No material compartilhado, um dos membros afirma: "A gente está aqui pregando o evangelho de Jesus e lembrando essas pessoas de que Jesus morreu a morte delas". As imagens mostram interações com diferentes grupos no local, onde algumas pessoas têm suas identidades preservadas, enquanto outras são exibidas sem ocultação. A tática descrita incluiu momentos em que uma participante, identificada como Ana, se ofereceu para fotografar um grupo, criando uma abertura para discutir temas religiosos.
Resposta surpreendente da cantora nas redes sociais
Anitta, ao tomar conhecimento da publicação, deixou um comentário direto e positivo. A artista escreveu: "Adorei! Cantei na igreja católica por anos, adoro a história de Jesus. Quando tem evento de vocês? Quero contar pra vocês as lendas dos orixás e de alguns Deuses Hindus que eu gosto bastante", finalizando a mensagem com um símbolo de coração. A reação da cantora demonstra uma abertura ao diálogo inter-religioso, contrastando com a expectativa de possível conflito em tal situação.
Contexto e implicações do episódio
Este incidente destaca a interseção entre entretenimento e expressão religiosa em espaços públicos, levantando questões sobre liberdade de crença e apropriação de eventos culturais para fins missionários. A postura de Anitta, ao invés de criticar, sugere um respeito mútuo e curiosidade por diferentes tradições espirituais, reforçando seu perfil pluralista. O caso também ilustra como as redes sociais amplificam narrativas pessoais e geram engajamento em torno de temas sensíveis como fé e diversidade.