São Paulo inicia 2026 com dívida de R$ 51,1 milhões em comissões a empresários
São Paulo tem dívida de R$ 51,1 milhões com empresários em 2026

São Paulo enfrenta dívida milionária em comissões a empresários no início de 2026

O São Paulo iniciou o ano de 2026 com uma dívida significativa de R$ 51,1 milhões em comissões devidas a empresários pela intermediação na aquisição de direitos federativos de atletas. Os valores foram revelados em uma prestação de contas que foi rejeitada em votação pelo Conselho Deliberativo do clube, principalmente devido a saques não justificados que totalizam cerca de R$ 7 milhões. Esta situação financeira complexa destaca os desafios enfrentados pela administração tricolor no mercado de transferências.

Detalhes das dívidas e principais credores

O montante de R$ 51,1 milhões corresponde às comissões pendentes de pagamento a empresários e agentes envolvidos em contratações realizadas pelo clube no cenário futebolístico. Em comparação, em 2024, o valor nessa mesma categoria era de R$ 42,4 milhões, indicando um aumento considerável nos compromissos financeiros. A tabela de 2025 apresenta os principais credores, com destaque para:

  • Bertolucci Assessoria Propaganda Esp. Ltda., pertencente ao empresário Giuliano Bertolucci, com R$ 9,591 milhões a receber.
  • AIS Football Brasil Ltda., empresa associada ao ex-empresário de Jonathan Calleri, com R$ 5,184 milhões em dívidas.
  • Gestifute Internacional, do renomado agente português Jorge Mendes, que representa astros como Cristiano Ronaldo e James Rodríguez, com R$ 4,439 milhões pendentes.
  • Talents Sports Ltda., de Paulo Pitombeira, com R$ 3,929 milhões a receber.
  • Link Assessoria Esportiva e Propaganda Ltda., de André Cury, com R$ 3,872 milhões em débitos.

Contexto e implicações financeiras

A rejeição da prestação de contas pelo Conselho Deliberativo do São Paulo ocorreu principalmente em razão dos saques não justificados que somam aproximadamente R$ 7 milhões, levantando questões sobre a transparência e a gestão financeira do clube. Este cenário reflete as pressões e os custos elevados associados às operações no mercado de transferências de futebol, onde as comissões a intermediários podem representar uma parcela significativa dos gastos.

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O aumento da dívida de R$ 42,4 milhões em 2024 para R$ 51,1 milhões em 2026 sugere uma tendência de crescimento nos compromissos com empresários, o que pode impactar a capacidade do clube de realizar novas contratações ou investir em outras áreas. A presença de agentes de alto perfil, como Jorge Mendes, na lista de credores, sublinha a complexidade e o alcance internacional das negociações envolvidas.

Em resumo, o São Paulo inicia 2026 com um passivo financeiro substancial em comissões a empresários, um fato que exige atenção imediata da diretoria para garantir a sustentabilidade econômica e a competitividade do clube no cenário esportivo nacional e internacional.

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