
E não é que o São Paulo Feminino resolveu chegar com tudo no mercado? A diretoria tricolor acaba de fechar um daqueles negócios que a torcida adora: a contratação de duas jogadoras que já tinham história – e que prometem fazer ainda mais.
Thais Ferreira, zagueira daquelas que dão medo em atacante, e Andressa, volante que não perde uma dividida, são as novas caras (ou melhor, as novas camisas 13 e 5) no elenco. Ambas vestiram a camisa do Ferroviária, time que, convenhamos, sempre deu trabalho.
Não foi por acaso. A zaga precisava de uma fortaleza, e Thais é exatamente isso: experiência de sobra, passes precisos e uma presença que, putz, faz diferença na pequena área. Já Andressa? Imaginem um volante que chega pra desarmar, organiza a saída de bola e ainda sobe pra apoiar. Algo que o time precisava como um café forte de manhã.
O que significa pra equipe?
Além de nome, as duas trazem bagagem. Muita. Thais já rodou o Brasil – passou por Corinthians, Flamengo e até pelo Madrid CFF, da Espanha. Jogou a Libertadores, foi campeã brasileira... Quer mais?
Andressa não fica atrás. Volante com farol alto, ela já defendeu o Santos e também tem passagem internacional. E sabe o que é melhor? Elas chegam com vontade. Aquela fome de quem quer marcar época.
– A gente busca atletas que não só somem em campo, mas que agreguem no vestiário – comentou alguém de dentro do clube, sem querer aparecer. – São profissionais de alto nível, e acredito que vão se adaptar rápido.
E a Ferroviária?
Pois é. Quem acompanha o futebol feminino sabe: a Ferroviária sempre foi um celeiro de talentos. Perder duas peças importantes dói – mas pro São Paulo, é uma chance de ouro. Um reforço e tanto pra tentar abocalhar títulos que escaparam nos últimos anos.
Aliás, falando em título... O que vocês acham? Dá pra sonhar mais alto esse ano?
Com um detalhe: as duas já treinam com o grupo. Integração rápida, foco total no que vem pela frente. O São Paulo não quer perder tempo.
E a torcida, claro, já está nas redes sociais esquentando o debate. Será que vingam? Será que viram ídolas? O tempo – e os gramados – vão dizer.