Ex-príncipe Andrew planeja exílio no Bahrein após polêmicas e perda de títulos reais
O destino do ex-príncipe Andrew, irmão do rei Charles, parece estar definido após uma série de controvérsias que abalaram sua imagem nos últimos tempos. Segundo informações divulgadas, ele deve deixar o Reino Unido em fevereiro para se exilar no Bahrein, um país do Oriente Médio, em um movimento que visa escapar do intenso escrutínio da imprensa e da opinião pública.
Biógrafo revela detalhes sobre o plano de exílio
Andrew Lownie, autor da biografia Privilegiado: A Ascensão e Queda da Casa de York, confirmou a probabilidade dessa mudança em entrevista ao Page Six. Ele destacou que o Bahrein oferece um ambiente bonito e ensolarado, ideal para quem busca se afastar das polêmicas. "Com certeza, é muito provável que ele acabe por lá. Ele vai ficar longe do escrutínio da imprensa. E vai estar em um lugar bonito e ensolarado", afirmou Lownie.
O ex-príncipe Andrew perdeu seus títulos reais e foi expulso da residência oficial após se envolver no caso Epstein, um escândalo que gerou ampla repercussão internacional. Essa decisão marca um capítulo significativo na história da realeza britânica, refletindo as consequências de ações que mancharam a reputação da família real.
Contexto histórico: outro membro real em exílio semelhante
Curiosamente, o Oriente Médio já serve como refúgio para outro membro "cancelado" da realeza europeia. O ex-monarca espanhol Juan Carlos, de 88 anos, mudou-se para os Emirados Árabes Unidos após ser acusado de corrupção nos últimos anos de seu reinado. Ele abdicou do trono em 2014, permitindo que seu filho, Felipe VI, assumisse a coroa.
Essa tendência de membros reais buscarem asilo em países do Oriente Médio destaca uma estratégia comum para evitar julgamentos públicos e legais em suas nações de origem. O caso do ex-príncipe Andrew reforça como figuras públicas podem recorrer a exílios em locais distantes para preservar sua privacidade e fugir de controvérsias.
O plano de exílio no Bahrein ainda não foi confirmado oficialmente pela família real britânica, mas as especulações baseadas em fontes próximas ao assunto sugerem que a mudança é iminente. A situação continua a ser monitorada de perto por observadores da realeza e pela mídia global, que acompanham os desdobramentos dessa história complexa.