Novilha Nelore é resgatada após 15 dias presa em pedreira de Carangola
Uma novilha da raça Nelore foi resgatada nesta segunda-feira, 9, após passar mais de duas semanas presa no alto de uma pedreira em Carangola, na Zona da Mata de Minas Gerais. O animal foi retirado durante uma operação conjunta entre o Corpo de Bombeiros de Muriaé e a Defesa Civil, em um cenário de risco que exigiu esforços significativos.
Operação de resgate em local de difícil acesso
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o animal foi encontrado em um local conhecido como Pico do Pitassilgo, debilitado pela falta de comida e bastante assustado. Para chegar até a novilha, as equipes utilizaram motosserras, enxadas e foices para abrir caminho na densa vegetação e montar uma espécie de ponte improvisada.
Com paciência e técnica, os bombeiros guiaram o animal para fora do paredão de pedra, conduzindo-o até um pasto vizinho onde ficou fora de perigo. A operação, que durou várias horas, foi realizada com cuidado para evitar ferimentos graves na novilha.
Condição do animal e cuidados pós-resgate
Apesar do susto e do longo período de privação, a novilha foi entregue em segurança ao seu dono, que foi avisado por telefone sobre o resgate. O proprietário recebeu orientações detalhadas sobre como cuidar do animal após a experiência traumática, incluindo monitoramento de alimentação e hidratação.
O caso chamou atenção pela resiliência do animal, que sobreviveu por 15 dias em condições adversas, e pela eficiência das equipes de resgate em um terreno acidentado e perigoso.
Contexto regional de resgates em áreas de risco
Incidentes semelhantes têm ocorrido na região da Zona da Mata, destacando a importância de operações de resgate em áreas rurais e de difícil acesso. A atuação coordenada entre Corpo de Bombeiros e Defesa Civil tem sido fundamental para salvar vidas animais e humanas em situações de emergência.
Este resgate reforça a necessidade de atenção aos animais em propriedades rurais e a preparação das equipes de emergência para atuar em diversos cenários de risco.
