Leão-marinho é resgatado e devolvido ao mar após circular pela orla de Rio Grande, no RS
Leão-marinho é devolvido ao mar após circular por cidade gaúcha

Leão-marinho é resgatado e devolvido ao mar após circular pela orla de Rio Grande, no RS

Um leão-marinho foi avistado circulando pela orla de Rio Grande, no Sul do Rio Grande do Sul, na sexta-feira, dia 10 de maio. A equipe do Centro de Recuperação de Animais Marinhos (Cram) da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) rapidamente interveio, resgatando o animal e conduzindo-o de volta ao mar para garantir sua segurança e bem-estar.

Resgate e devolução ao habitat natural

Segundo o professor Lauro Barcellos, oceanógrafo e diretor dos museus da Furg, esses animais frequentemente procuram locais para descansar na região. "Eles procuram lugares para descansar. São animais idosos que chegam aqui. Muito debilitados, cansados, enfermos e desnutridos. Nós reconduzimos para o canal, assim correm menos perigo", explicou Barcellos, destacando que avistamentos como esse são comuns na área devido às características da fauna local.

Contexto histórico e confusão com o "Chico"

Após as enchentes de maio de 2024, um leão-marinho conhecido como Chico viralizou nas redes sociais, sendo frequentemente avistado em Rio Grande. No entanto, o Cram esclareceu que, na realidade, tratava-se de dois machos diferentes, e um deles já faleceu. O animal resgatado na última semana não é o mesmo dos registros anteriores, conforme confirmado pelos responsáveis pelo centro, que enfatizam a importância de identificar corretamente cada indivíduo para monitoramento e conservação.

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Importância do trabalho do Cram

O Cram da Furg desempenha um papel crucial na proteção e recuperação de animais marinhos na região, especialmente após eventos climáticos extremos, como as enchentes recentes. Sua atuação inclui:

  • Resgate de animais debilitados ou em perigo.
  • Reabilitação e devolução ao habitat natural.
  • Educação ambiental para a comunidade local.
  • Pesquisas científicas para melhor compreensão da fauna marinha.

Esse caso reforça a necessidade de conscientização sobre a preservação da vida marinha e o trabalho essencial realizado por instituições como o Cram, que contribuem para a biodiversidade e equilíbrio ecológico no litoral gaúcho.

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