Campo Grande ultrapassa 11 mil microchipagens de cães e gatos em 2025
A Prefeitura de Campo Grande alcançou um marco significativo em 2025, com mais de 11 mil microchipagens realizadas em cães e gatos na capital. Este número, divulgado pela Superintendência de Bem-Estar Animal (Subea), reflete um aumento notável na demanda pelo serviço ao longo do ano, destacando a crescente conscientização dos tutores sobre a importância da identificação animal.
Microchipagem como ferramenta de proteção
O microchip atua como um verdadeiro "RG" do animal, armazenando um número único que pode ser lido por dispositivos específicos. Este número está vinculado às informações do tutor em um sistema digital, permitindo uma identificação rápida e eficaz em casos de perda, abandono ou maus-tratos. Dessa forma, a tecnologia facilita a localização dos responsáveis, contribuindo para a segurança e bem-estar dos pets.
Como funciona o procedimento
A aplicação do microchip é realizada por um médico-veterinário e não requer cirurgia. O dispositivo é inserido com uma seringa, de maneira semelhante a uma vacina, tornando o processo minimamente invasivo e seguro para os animais. Esta praticidade tem sido um dos fatores que impulsionam a adesão ao serviço.
Onde realizar a microchipagem
Na unidade central da Subea, localizada na Rua Rui Barbosa, 3538, Vila Alta, os tutores podem agendar a microchipagem, com atendimento disponível das 7h30 às 13h. É importante ressaltar que, para a maioria dos serviços oferecidos, é necessário apresentar o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado e impresso. No entanto, essa exigência não se aplica à vacina antirrábica e à microchipagem, facilitando o acesso a esses procedimentos essenciais.
O aumento nas microchipagens em Campo Grande demonstra um avanço na proteção animal, promovendo uma gestão mais responsável e humanizada dos pets na cidade. Com essa iniciativa, a prefeitura reforça seu compromisso com o bem-estar animal e a segurança dos tutores.



