Vídeo flagra mulher morta a tacadas em Itanhaém; testemunhas são ouvidas
Mulher morta a tacadas em Itanhaém; testemunhas são ouvidas

Crime brutal em Itanhaém: mulher é morta na frente de casa

Um vídeo de monitoramento flagrou o momento em que Viviane de Jesus Bonfim, de idade não divulgada, foi agredida e morta com golpes de taco de beisebol em frente à própria casa, no bairro Gaivota, em Itanhaém, litoral de São Paulo. O crime ocorreu na madrugada do dia 16 de abril e chocou a comunidade local.

O agressor, Brunno Prado Lobo da Silva, de 33 anos, confessou o assassinato aos pais e foi preso cinco dias depois, no dia 21 de abril, pela equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém, em Peruíbe. Ele foi levado para a delegacia de Peruíbe e, em seguida, encaminhado à cadeia pública da cidade.

Testemunhas do crime são identificadas

Além da vítima e do agressor, outras três pessoas aparecem nas imagens de monitoramento. Duas delas foram identificadas pela Polícia Civil na última semana, quando a corporação localizou o taco de beisebol e uma bicicleta usada por Brunno na fuga. O taco, que possui a palavra 'diálogo' gravada, foi apreendido como prova.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Uma das testemunhas é um adolescente de 17 anos. Ele afirmou à polícia que não reagiu durante as agressões por estar emocionalmente abalado e que pensou que a mulher ainda estivesse viva. O menor também disse ser dono da bicicleta que aparece nas imagens, a qual foi levada por Brunno sem autorização.

O outro jovem, de 21 anos, relatou que, após uma briga entre os cães da vítima e do agressor, Brunno pediu para ir ao banheiro e, na volta, pegou o taco que estava em uma adega. O jovem afirmou que conseguiu tirar o taco da mão do agressor, mas não acionou as autoridades por medo e por acreditar que a Guarda Civil Municipal (GCM) já teria visto o ocorrido, já que há um posto próximo. Ambos disseram que tentaram seguir o agressor após o crime, mas não puderam fazer mais nada.

Omissão de socorro pode ser investigada

A advogada Mikaella Nakatsu, que representa a família de Viviane, havia manifestado a esperança de que os moradores que presenciaram o crime sem intervir fossem responsabilizados. Procurada pelo g1, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não informou se os jovens devem responder por omissão de socorro.

Detalhes do assassinato

Segundo a investigação, o desentendimento entre Viviane e Brunno começou em um bar próximo à casa da vítima. Após a discussão, a mulher saiu do comércio e voltou pouco depois, acompanhada de seu cachorro da raça pit bull, que teria atacado o suspeito e o cão dele. Em seguida, Brunno pegou um taco de beisebol e seguiu a vítima até sua residência, onde desferiu diversos golpes. As câmeras de monitoramento flagraram toda a ação: além dos golpes com o taco, o homem ainda chutou a vítima quando ela já estava caída no chão.

Após a sequência de agressões, o suspeito fugiu. O corpo de Viviane foi encontrado pela Guarda Civil Municipal (GCM) na manhã do dia 17 de abril. A polícia continua investigando o caso para esclarecer todos os detalhes.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar