Homem preso em SP por se passar por líder religioso e abusar sexualmente de mulheres dopadas
Preso em SP homem que fingia ser líder religioso para abusar de mulheres

Homem preso em SP por se passar por líder religioso e abusar sexualmente de mulheres dopadas

Um homem de 47 anos foi preso na última segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, no Guarujá, litoral paulista, após se passar por líder religioso para cometer crimes sexuais contra mulheres. O suspeito, que não teve a identidade divulgada pelas autoridades, atuava no bairro Vila Santa Rosa e usava pretextos religiosos para ganhar a confiança das vítimas.

Modus operandi envolvendo rituais de purificação

O indivíduo induzia as mulheres a ingerirem bebidas preparadas com ervas, alegando que faziam parte de um ritual de purificação. Após deixá-las entorpecidas com as substâncias utilizadas nas bebidas, ele afirmava que a conclusão do suposto ritual exigiria relações sexuais com ele, momento em que os crimes eram praticados.

Até o momento, foram identificadas quatro vítimas: duas no Guarujá e outras duas em Osasco, na Grande São Paulo. As investigações continuam para verificar se houve outras vítimas e identificá-las.

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Prisão realizada por equipes especializadas

A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Sede e da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da Polícia Civil do Guarujá, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça de São Paulo. O homem foi encaminhado à cadeia do Guarujá e permanece à disposição da Justiça.

"É uma prisão importante feita pelas equipes, fruto de uma investigação criteriosa, que reforça o empenho da Polícia Civil no combate aos crimes sexuais e na responsabilização dos autores", avaliou o Secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves.

Investigações em andamento e próximos passos

Não há informações se o suspeito já passou por audiência de custódia e qual o tipo de prisão a que ele está submetido no momento. As autoridades buscam entender os caminhos que a investigação deve trilhar nos próximos dias, incluindo:

  • Verificação de possíveis outras vítimas
  • Análise detalhada do modus operandi
  • Exame das substâncias utilizadas nas bebidas
  • Coleta de depoimentos e evidências

O caso reforça a importância da vigilância contra crimes sexuais disfarçados em contextos religiosos e a necessidade de denúncias por parte das vítimas.

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