Pastor de 63 anos é investigado por estupro de vulnerável após menina de 12 anos gravá-lo se masturbando em Amparo
Pastor investigado por estupro após menina de 12 anos gravá-lo em SP

Pastor evangélico é alvo de investigação por estupro de vulnerável em Amparo

Um pastor evangélico de 63 anos está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo por suspeita de estupro de vulnerável contra uma menina de apenas 12 anos. O caso ocorreu na cidade de Amparo, no interior paulista, e chocou a comunidade local devido às circunstâncias envolvidas.

Gravação feita pela vítima expõe atos do suspeito

De acordo com o boletim de ocorrência, o pastor José de Jesus estava prestando serviços de pintura na residência da família quando a criança o gravou secretamente se masturbando na porta do quarto dela. A menina, que fingiu estar jogando no celular para não levantar suspeitas, conseguiu registrar o momento em que o homem aparecia parcialmente atrás da parede, cometendo o ato obsceno enquanto a observava.

Logo após a gravação, segundo o relato da vítima à família, o suspeito avançou fisicamente sobre a criança. Ele teria proferido palavras de cunho sexual, chamando-a de gostosinha, e em seguida apalpou suas nádegas após retirar a coberta que a protegia.

Prisão preventiva é negada pelo Tribunal de Justiça

A Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do pastor, pedido que foi autorizado pela promotoria responsável pelo caso. No entanto, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu negar a medida, mantendo o suspeito em liberdade.

O advogado da família, Carlos Becalete, explicou que até o momento apenas medidas protetivas foram concedidas, incluindo distanciamento e proibição de contato entre o acusado e a vítima. O homem está solto e continua trabalhando normalmente, destacou o profissional, que também revelou que o pastor era considerado uma pessoa de confiança pela família, motivo pelo qual foi contratado para o serviço.

Igreja não se pronuncia e TJSP se recusa a comentar

A produção da EPTV, afiliada da TV Globo, tentou contatar a igreja onde o suspeito atua para obter um posicionamento oficial ou localizá-lo, mas não obteve retorno até o momento. Da mesma forma, o Tribunal de Justiça de São Paulo informou que não poderá se manifestar sobre o caso devido à natureza da ocorrência e por envolver uma pessoa menor de idade.

O caso segue sob investigação das autoridades, que buscam apurar todos os detalhes para garantir a aplicação da justiça. A comunidade de Amparo aguarda desfecho enquanto medidas de proteção à criança são mantidas.