Mulher é presa em flagrante por maus-tratos contra filha de 2 anos em Soure, no Pará
Mulher presa por maus-tratos contra filha de 2 anos em Soure

Mulher é presa em flagrante por maus-tratos contra filha de 2 anos em Soure, no Pará

A Polícia Civil do Pará efetuou a prisão em flagrante de uma mulher suspeita de praticar maus-tratos contra a própria filha, uma criança de apenas dois anos de idade, no município de Soure, localizado no arquipélago paraense do Marajó. A ação policial ocorreu na terça-feira, dia 14 de maio, através das Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher, à Criança e ao Adolescente, conhecidas como Deam e Deaca.

Denúncia grave levou à prisão imediata

Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o Conselho Tutelar da região recebeu uma denúncia acompanhada de um vídeo que mostrava a mãe submetendo a filha pequena a agressões verbais intensas e situações de constrangimento. As imagens registravam gritos e xingamentos direcionados à criança, configurando um caso grave de violência psicológica.

Diante da gravidade das acusações e da evidência visual, as autoridades agiram rapidamente para localizar a mulher suspeita. Ela foi conduzida até a delegacia de Soure para prestar esclarecimentos, enquanto a criança foi submetida a um exame de corpo de delito para verificar possíveis lesões físicas.

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Exame não constata lesões físicas, mas suspeita confessa crime

O exame médico realizado na menina de dois anos não identificou nenhuma lesão física aparente, o que não diminuiu a seriedade do caso, já que os maus-tratos psicológicos também são considerados crime. Durante o interrogatório na delegacia, a mulher presa confessou ter praticado os atos de violência verbal contra a filha.

Em sua declaração, a suspeita alegou que teria se exaltado no momento das agressões, justificando assim seu comportamento inadequado. No entanto, a confissão, somada ao vídeo que serviu como prova material, foi suficiente para que a polícia mantivesse a prisão em flagrante.

Processo segue para a Justiça

Com base na confissão da acusada e nas evidências coletadas, a mulher permaneceu presa em flagrante delito. Após a conclusão de todos os trâmites legais necessários na delegacia, ela será encaminhada para ficar à disposição da Justiça, que decidirá sobre as medidas cabíveis no caso.

Este episódio reforça a importância dos canais de denúncia e da atuação rápida dos órgãos de proteção à infância, como o Conselho Tutelar e as delegacias especializadas, em situações de violência doméstica contra crianças, mesmo quando não há marcas físicas visíveis.

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