Mulher é presa por agredir filha de dois anos em Alagoas; criança teve lesões no rosto
Mulher presa por agredir filha de dois anos em Alagoas

Mulher é presa por agredir filha de dois anos em Alagoas; criança teve lesões no rosto

Uma mulher foi presa, na última quinta-feira (5), suspeita de cometer agressões contra a própria filha, uma criança de apenas dois anos de idade, em Coité do Nóia, município localizado no Agreste de Alagoas. A vítima apresentava lesões visíveis no rosto e em diversas outras partes do corpo, conforme constatado em exames preliminares. O nome da mulher não foi divulgado pelas autoridades policiais.

Detalhes da operação policial e resgate da criança

De acordo com informações da Polícia Militar, a suspeita foi localizada inicialmente na residência de sua irmã, onde estava com as duas filhas: a criança de dois anos, que sofria as agressões, e uma filha mais velha, cuja idade exata não foi informada. Durante a abordagem, a filha mais velha relatou aos policiais que ela era responsável por cuidar dos irmãos mais novos e que testemunhou a mãe agredindo a criança menor.

Uma equipe do Conselho Tutelar do município, acompanhada por uma profissional de saúde, realizou um exame preliminar na criança, confirmando as lesões no rosto e em outras regiões do corpo. Nesse momento, a mãe teria pedido para dar de mamar à criança e, aproveitando a situação, fugiu para uma área de mata fechada nas proximidades.

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Fuga e captura da suspeita

Enquanto os policiais realizavam buscas intensivas na região, a irmã da suspeita informou que ela havia retornado para a casa. A guarnição policial foi imediatamente até o local, onde conseguiu deter a mulher e resgatar a criança com segurança. A vítima foi encaminhada pelo Conselho Tutelar até o Hospital de Emergência do Agreste, para passar por exames médicos mais detalhados e receber o tratamento necessário.

Representantes do conselho e a suspeita foram conduzidos até o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Palmeira dos Índios, onde a mulher foi presa em flagrante pelo crime de lesão corporal dolosa. O caso segue sob investigação das autoridades competentes, que buscam apurar todos os detalhes e garantir a proteção das crianças envolvidas.

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