Mãe e proprietário de chácara presos por exploração sexual de adolescente de 12 anos em Indianópolis
Mãe presa por obrigar filha de 12 anos a sexo por dinheiro em MG

Mãe e proprietário de chácara presos por exploração sexual de adolescente em Indianópolis

Uma mulher de 36 anos foi presa no domingo (25) por corrupção de menores e exploração sexual após obrigar a própria filha, de apenas 12 anos, a manter relações sexuais em troca de dinheiro. O crime chocante ocorreu em uma chácara localizada em Indianópolis, no Triângulo Mineiro, e resultou também na prisão em flagrante de um homem de 57 anos, proprietário do imóvel, que responderá pelo crime de estupro de vulnerável.

Denúncia do Conselho Tutelar levou às prisões

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, a denúncia partiu do Conselho Tutelar, que recebeu informações sobre a adolescente sendo forçada a ir até um imóvel na zona rural, onde era abusada sexualmente. Ao seguir as pistas, os militares localizaram a chácara e prenderam os dois suspeitos no local.

Ambos foram ouvidos pela Polícia Civil e, em seguida, encaminhados ao sistema penitenciário. A menina, que estava presente no imóvel durante a operação, foi levada ao Conselho Tutelar e depois encaminhada para a casa do pai, que, segundo as autoridades, não tinha conhecimento dos crimes.

Penas podem chegar a 18 anos de prisão

A Polícia Civil esclareceu que, se condenados, a mãe poderá enfrentar até 16 anos de prisão pelos crimes de corrupção de menores e exploração sexual. Já o proprietário da chácara pode receber uma pena de até 18 anos por estupro de vulnerável, destacando a gravidade dos atos.

O Conselho Tutelar optou por não divulgar mais detalhes sobre o caso para preservar a integridade da criança, mas garantiu que todas as medidas de proteção necessárias foram tomadas. O delegado responsável, Eduardo Trepiche, informou que outras informações só serão disponibilizadas após o término das investigações.

Contexto familiar e investigações em andamento

Embora os documentos da mãe indiquem que ela é casada, não foi confirmado se o cônjuge é o pai da menina. A Polícia Civil continua apurando os fatos para esclarecer completamente as circunstâncias do crime e garantir justiça para a vítima.

Este caso reforça a importância da vigilância e denúncia em situações de abuso, especialmente envolvendo menores, e destaca o papel crucial das autoridades e órgãos de proteção na defesa dos direitos das crianças.