Jovem de 24 anos denuncia agressão e destruição de casa por ex-companheiro em Aracaju
Jovem denuncia agressão e casa destruída por ex em Aracaju

Jovem relata violência e destruição de propriedade por ex-parceiro em Aracaju

Uma jovem de 24 anos apresentou uma denúncia formal à polícia, alegando ter sido vítima de agressão física e tendo sua residência parcialmente destruída pelo ex-companheiro. O incidente ocorreu no Bairro Capucho, localizado na cidade de Aracaju, capital do estado de Sergipe. A vítima confirmou os detalhes do caso nesta segunda-feira, dia 9 de março, após registrar um boletim de ocorrência na delegacia competente.

Detalhes do ocorrido no fim de semana do Dia Internacional da Mulher

De acordo com o relato da mulher, os eventos violentos teriam se desenrolado entre o final da noite do sábado, dia 7 de março, e as primeiras horas da madrugada do domingo, dia 8 de março, data que marca o Dia Internacional da Mulher. A discussão inicial que deu origem ao conflito teria sido motivada pelo estado de embriaguez do ex-companheiro, que estava consumindo bebidas alcoólicas no local.

A vítima descreveu em suas redes sociais a extensão dos danos materiais sofridos:

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  • Duas televisões quebradas
  • Móveis diversos danificados, incluindo mesa e sofá
  • Armário da cozinha destruído
  • Pratos e outros utensílios domésticos quebrados
  • Sofá manchado por derramamento de cerveja

"Nada justifica meus móveis quebrados, minhas duas televisões quebradas, minha mesa quebrada, meu sofá sujo porque ele derramou a cerveja que ele estava bebendo, meus pratos, meu armário da minha cozinha entre outras coisas quebradas, nada vai justificar essa tamanha crueldade", escreveu a jovem em uma publicação acompanhada de fotografias que documentam a destruição.

Ações policiais e encaminhamentos do caso

A Polícia Civil de Sergipe informou que o boletim de ocorrência foi registrado oficialmente como um caso de violência contra a mulher, enquadrando-se nas legislações pertinentes a crimes dessa natureza. Imediatamente após o registro, as autoridades policiais encaminharam os autos do inquérito para o Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis, conhecido pela sigla DAGV.

O DAGV, órgão especializado no acolhimento e investigação de crimes contra grupos em situação de vulnerabilidade, já deu início aos procedimentos investigativos para apurar todas as circunstâncias do ocorrido. As investigações visam coletar provas, ouvir testemunhas e tomar as medidas cabíveis para responsabilizar o agressor, além de garantir a segurança e os direitos da vítima.

Este caso chama a atenção para a persistência da violência doméstica mesmo em datas simbólicas de luta pelos direitos femininos, reforçando a necessidade de mecanismos eficazes de proteção e punição. A sociedade civil e as organizações de defesa dos direitos das mulheres têm destacado a importância de denúncias como esta para combater a impunidade e oferecer suporte adequado às vítimas.

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