Feminicídio em Camaquã: Mulher de 28 anos é morta a facadas por ex-companheiro
Feminicídio em Camaquã: Mulher morta por ex-companheiro

Feminicídio em Camaquã: Mulher de 28 anos é assassinada por ex-companheiro

Uma mulher de 28 anos foi brutalmente assassinada a facadas pelo ex-companheiro na noite de sexta-feira, 13 de setembro, em Camaquã, localizada na Região Sul do Rio Grande do Sul. A vítima foi identificada como Angélica Ines Strelow, e o suspeito, também de 28 anos, foi preso em flagrante após se apresentar voluntariamente em uma delegacia do município.

Detalhes do crime e prisão do agressor

Angélica foi encontrada morta dentro de sua própria residência, com o portão e uma porta arrombados, conforme relato da Polícia Civil. O ex-companheiro, cuja identidade não foi divulgada pelas autoridades, confessou o crime durante seu depoimento aos agentes policiais. Este caso chocante evidencia a gravidade da violência de gênero no Brasil, especialmente considerando que Angélica possuía uma medida protetiva de urgência contra o agressor desde janeiro deste ano.

Contexto familiar e estatísticas alarmantes

Angélica e o homem tinham dois filhos juntos e estavam separados há aproximadamente três anos, o que não impediu a tragédia. Este feminicídio marca o 22º registro no Rio Grande do Sul em 2026, destacando uma epidemia de violência contra mulheres que exige ações urgentes das autoridades e da sociedade.

Como denunciar violência doméstica

Em casos de violência doméstica, é crucial agir rapidamente:

  • Se a ocorrência estiver em andamento, ligue imediatamente para o 190 (Brigada Militar).
  • Se a violência já ocorreu, a vítima deve procurar uma Delegacia da Mulher ou qualquer delegacia para registrar um boletim de ocorrência e solicitar medidas protetivas.
  • A Delegacia Online também permite registrar ocorrências e pedir medidas protetivas de forma digital.
  • A Central de Atendimento à Mulher (180) funciona 24 horas por dia para oferecer suporte.
  • A Defensoria Pública atende pelo telefone 0800-644-5556, fornecendo orientações sobre direitos e acesso a advogados.

Este caso reforça a necessidade de conscientização e ação coletiva para combater a violência doméstica e proteger vidas femininas em todo o país.