Homem condenado a 24 anos por estupro de prima adolescente é preso em Teresina após foragir
Condenado por estupro de prima adolescente é preso em Teresina

Homem condenado a 24 anos por estupro de prima adolescente é preso em Teresina após foragir

Um homem de 33 anos foi preso nesta terça-feira (10) na Vila da Glória, Zona Sul de Teresina, pelo crime de estupro de vulnerável contra sua própria prima adolescente. Ele estava foragido desde setembro de 2021, após ser condenado a 24 anos de prisão pelos crimes cometidos em 2014, quando residia na casa da avó.

Operação conjunta resulta na captura do acusado

A prisão foi realizada em uma ação conjunta da Diretoria de Operações Policiais (DEOP) e da Polícia Federal do Piauí (PF-PI). Após a captura, o indivíduo foi encaminhado para uma unidade do sistema prisional, onde deve cumprir a pena imposta pela Justiça.

Segundo informações da DEOP, a vítima, que tinha apenas 13 anos na época dos fatos, também morava na residência com outros familiares e sofreu violência sexual repetidamente. Para proteger a identidade da adolescente, o g1 optou por não divulgar o nome do condenado.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Como identificar sinais de abuso sexual infantojuvenil e denunciar

Casos de violência sexual contra crianças e adolescentes são crimes graves que exigem atenção redobrada da sociedade. É fundamental reconhecer os sinais de alerta, que podem incluir mudanças bruscas de comportamento, medo excessivo de certas pessoas, regressão em hábitos infantis, lesões físicas inexplicáveis ou conhecimento sexual precoce e inadequado para a idade.

Para denunciar situações de abuso sexual infantojuvenil, existem vários canais disponíveis:

  • Disque Direitos Humanos: ligue para o número 100, que funciona 24 horas por dia, incluindo finais de semana e feriados.
  • Polícia Militar: discar 190 em casos de emergência ou risco iminente.
  • Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) em Teresina, especializada no atendimento a vítimas menores de idade.
  • Conselho Tutelar da região, que pode intervir em situações de violação de direitos.
  • Qualquer delegacia da Polícia Civil, que está apta a registrar ocorrências e iniciar investigações.

A denúncia pode ser feita de forma anônima, garantindo a segurança do denunciante. A proteção das crianças e adolescentes é uma responsabilidade coletiva, e a rápida ação das autoridades pode prevenir tragédias e garantir que os culpados respondam perante a lei.

Este caso reforça a importância da vigilância constante e da educação sobre os direitos das crianças, visando criar um ambiente seguro e livre de violências para o desenvolvimento saudável das novas gerações.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar