PF derruba tese de que CPMI do INSS vazou dados de Moraes e Vorcaro
PF derruba tese de vazamento de dados de Moraes e Vorcaro

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, uma operação contra um perito da própria corporação suspeito de vazar a jornalistas dados sigilosos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e do banqueiro Daniel Vorcaro. A ação derruba a versão que circulava no STF de que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS seria a responsável pelo compartilhamento criminoso das informações.

Investigação aponta origem do vazamento

Os integrantes da CPMI sempre negaram qualquer participação nos vazamentos relacionados ao contrato de 129 milhões de reais de Viviane Barci, esposa de Moraes, com o Banco Master, bem como na divulgação dos diálogos entre Vorcaro e o ministro no dia da prisão do banqueiro. A operação desta terça-feira revelou que os dados foram, de fato, vazados, mas a quebra de sigilo ocorreu dentro da própria PF, e não no âmbito do Parlamento.

Contexto das mensagens vazadas

Moraes havia negado ter trocado mensagens de celular com Vorcaro, fato posteriormente desmentido pela imprensa com base em investigações da PF. O caminho das apurações levou os agentes até o perito responsável pela violação de dados, identificado nesta terça-feira. A descoberta reforça a tese de que o vazamento não partiu da CPMI, mas sim de dentro da corporação policial.

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A operação representa um desdobramento significativo no caso, que envolve sigilo de comunicações e possíveis irregularidades no tratamento de informações sensíveis. A PF continua as investigações para apurar a extensão do vazamento e possíveis envolvidos.

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