Motociclista morre após ser baleado pela Polícia Militar em Brasilândia de Minas
Um jovem de 20 anos faleceu após ser atingido por disparos efetuados por policiais militares durante uma perseguição ocorrida no domingo (17) em Brasilândia de Minas. De acordo com a versão oficial da PM, os tiros foram disparados quando o motociclista tentou fugir de uma abordagem e colocou pedestres em risco durante a fuga. Imagens gravadas por moradores mostram o homem pilotando em alta velocidade, seguidas pelo som de pelo menos dois disparos. Em nota, a Polícia Militar afirmou que adotou as medidas legais de polícia judiciária militar e acompanha o caso. A Polícia Civil informou que, após a identificação do motociclista, constatou-se que ele não possuía Carteira Nacional de Habilitação. A motocicleta foi apreendida e encaminhada a um pátio credenciado. A corporação segue apurando as circunstâncias do ocorrido.
Funcionária de supermercado simulava compras e recebia mercadorias em casa
Uma jovem de 21 anos foi indiciada por furto qualificado após, segundo a Polícia Civil, aproveitar-se do cargo que ocupava em um supermercado de Rio Paranaíba para retirar mercadorias sem registro, simular pedidos de clientes e receber os produtos em sua própria residência por meio do sistema de entregas do estabelecimento. Conforme a investigação, a funcionária furtava itens variados, como ovos de Páscoa, chinelos, carnes, camarão e outros alimentos. Os furtos ocorriam diariamente e, em algumas ocasiões, mais de uma vez no mesmo dia. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 26 mil. A investigação teve início em 8 de abril, após a empresa denunciar os furtos, que estariam acontecendo desde o início de 2025. Em depoimento, a jovem confessou parcialmente os fatos.
Gerente de supermercado condenada por fala racista contra funcionária
Um supermercado de Araguari foi condenado a pagar indenização de R$ 5 mil a uma funcionária que foi alvo de comentários preconceituosos e racistas feitos por uma gerente. Em um dos episódios, a trabalhadora foi acusada de levar ratos escondidos no cabelo para o estabelecimento. A Nona Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) manteve a condenação em segunda instância, confirmando a sentença da 2ª Vara do Trabalho de Araguari. De acordo com o processo, a funcionária também denunciou situações de humilhação, tratamento agressivo e suposto assédio moral praticados pela gerente. Os nomes das partes envolvidas não foram divulgados.



