Bebê de 8 meses é levado ao hospital após suposta ingestão de maconha em Santarém
Bebê de 8 meses ingere maconha acidentalmente em Santarém

Um bebê de apenas oito meses precisou ser levado às pressas ao Hospital Municipal de Santarém (HMS), no oeste do Pará, após supostamente ingerir maconha na madrugada desta terça-feira (12). O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e do Conselho Tutelar.

Atendimento inicial e transferência

De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada inicialmente na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Santo André, para onde a criança foi levada pelos familiares. Em seguida, o bebê foi transferido para o Hospital Municipal de Santarém, onde recebeu atendimento médico especializado.

Declarações do pai

Segundo a soldado Guedes, que atendeu a ocorrência, o pai da criança admitiu ser usuário de drogas e informou que o entorpecente encontrado na residência seria dele. “Ele, o pai, assumiu que é usuário e informou que, possivelmente, seria dele o material entorpecente que ela teria ingerido”, afirmou a policial militar.

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Em entrevista, o homem negou ter dado a droga para a filha e disse acreditar que a ingestão possa ter ocorrido de forma acidental. “Jamais vou fazer qualquer mal que seja pra minha filha. Talvez tenha sido uma forma acidental, porque criança pega as coisas. Mas eu mesmo, em sã consciência, jamais vou fazer qualquer mal pra minha filha”, declarou.

O pai também admitiu que errou ao levar a droga para dentro de casa. “Se esse foi meu erro, eu assumo. Mas jamais dei entorpecente pra minha criança”, afirmou. Ainda segundo ele, a própria família decidiu procurar atendimento médico ao perceber que a bebê estava diferente. “Eu só vi ela triste. Então pensei que podia ter sido alguma coisa e resolvemos levar ela no posto”, contou.

Procedimentos legais e acompanhamento

O homem foi conduzido para a Seccional Urbana de Santarém, onde o caso foi apresentado ao delegado de plantão para os procedimentos cabíveis. A criança recebeu atendimento médico e, segundo a PM, havia a possibilidade de passar por lavagem gástrica devido à ingestão da substância. O Conselho Tutelar também foi acionado para acompanhar a situação da família e as medidas de proteção à criança.

O g1 apura o estado de saúde atualizado do bebê.

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