Operação conjunta prende foragidos por homicídio, tráfico e roubo no Maranhão e Amazonas
Operação prende foragidos por homicídio e tráfico no MA e AM

A Força Estadual realizou, na manhã desta terça-feira (27), uma operação de grande porte que resultou na execução de nove mandados de prisão contra foragidos da Justiça. As ações ocorreram simultaneamente em diferentes localidades, abrangendo a Grande São Luís, os municípios de Viana e Cururupu, no Maranhão, e também na capital do Amazonas, Manaus.

Detalhes das prisões e condenações

Segundo informações divulgadas pela corporação, a maioria dos alvos está diretamente ligada a organizações criminosas, o que reforça a importância estratégica da operação. Até o momento, seis indivíduos foram capturados, enquanto as equipes policiais continuam empenhadas em localizar os demais procurados.

Perfil dos presos e crimes cometidos

Entre os mandados cumpridos, destacam-se prisões por crimes graves, incluindo homicídio, tráfico de drogas e roubo. A operação também incluiu uma prisão civil por dívida de pensão alimentícia, demonstrando a abrangência das ações judiciais.

Os presos identificados até agora são:

  • Elina Mendes Figueiredo – condenada por roubo, com pena de 7 anos e 6 meses. A sentença já transitou em julgado, confirmando a definitividade da condenação.
  • Érica Cristina Silva dos Santos – natural de Bom Jardim, foi presa no Residencial Novo Renascer, na Cidade Olímpica, em São Luís. Ela cumpre pena de 12 anos e 5 meses pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, com mandado definitivo expedido pela Vara Única de Bom Jardim.
  • Francinaldo Cutrim Duarte – natural de Matinha, foi condenado a 12 anos por homicídio. A sentença é definitiva, e ele foi preso em São Luís.
  • Carlos Henrique Alberto Costa Filho – também condenado a 12 anos por homicídio e preso em São Luís.
  • João Paulo Bittencourt Alves – localizado e preso em Manaus (AM), evidenciando a cooperação interestadual na operação.

Estratégia de inteligência e colaboração

A Força Estadual enfatizou que a identificação e a localização precisa dos foragidos foram possíveis graças a um trabalho minucioso de inteligência. Essa iniciativa foi conduzida em conjunto com o Centro de Inteligência da Segurança Pública (CISP), destacando a importância da integração entre órgãos para o combate ao crime organizado.

As condenações dos presos variam entre 7 anos e meio e mais de 12 anos, refletindo a gravidade dos delitos cometidos. A operação continua ativa, com buscas em andamento para capturar os alvos restantes, reforçando o compromisso das autoridades com a segurança pública e a aplicação da lei.