Jovem é encontrado morto em cemitério de Alto Garças após ser visto com suspeito em posto
Jovem morto em cemitério de Alto Garças; suspeito desaparece

Jovem de 29 anos é assassinado em Alto Garças; suspeito segue foragido

Um crime brutal chocou a cidade de Alto Garças, localizada a 366 quilômetros de Cuiabá, no último domingo (1º). Eduardo Pereira Bispo, de 29 anos, foi encontrado morto na porta do cemitério municipal, em circunstâncias que apontam para um homicídio violento.

Detalhes macabros da cena do crime

O corpo da vítima foi descoberto nu, sujo de sangue e com ferimentos que, segundo as primeiras análises, foram causados por uma arma branca. A descoberta ocorreu horas após Eduardo ter sido visto pela última vez em um posto de combustível da cidade, acompanhado por outro homem.

Imagens de câmeras de segurança do estabelecimento mostram a vítima comprando bebidas na loja de conveniência. Embalamgens idênticas aos produtos adquiridos foram encontradas posteriormente no local onde o corpo foi localizado, reforçando a conexão entre os dois momentos.

Rastro de evidências leva à casa do suspeito

Após deixarem o posto no veículo pertencente a Eduardo, os dois seguiram em direção à região do cemitério. A Polícia Civil identificou o acompanhante como João Fernando Couto da Silva, que se tornou o principal suspeito do crime e permanece foragido.

Durante buscas realizadas no imóvel de João, os policiais encontraram itens cruciais para a investigação:

  • Uma calça jeans com vestígios suspeitos
  • Um lençol manchado
  • Uma faca que apresentava resquícios de sangue

Além disso, objetos semelhantes aos apreendidos na cena do crime, como um maço de cigarros e bitucas da mesma marca, foram localizados no quarto do investigado.

Reconhecimento e desaparecimento do veículo

A mãe de Eduardo compareceu para reconhecer o corpo do filho, confirmando sua identidade. Ela também informou às autoridades que o carro de Eduardo está desaparecido, acrescentando mais um elemento intrigante ao caso.

O local do crime foi imediatamente isolado, e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os exames necessários. Os laudos confirmaram a presença de sangue humano tanto nas roupas quanto nos objetos apreendidos na casa do suspeito.

Prisão preventiva pedida e investigação em andamento

Diante do conjunto de provas reunidas, a Polícia Civil já solicitou a prisão preventiva de João Fernando Couto da Silva. Curiosamente, o suspeito não possui antecedentes criminais registrados, o que torna o motivo do crime ainda mais misterioso.

A causa exata do homicídio continua sem identificação, e o caso segue sob investigação pela Polícia Civil, que trabalha para localizar o foragido e esclarecer todos os detalhes dessa tragédia que abalou a comunidade de Alto Garças.