Homem morre após ser esfaqueado pela companheira em Santa Cruz do Rio Pardo
Homem morre após ser esfaqueado pela companheira em SP

Homem morre após ser esfaqueado pela companheira em Santa Cruz do Rio Pardo

Um homem de 28 anos faleceu na manhã desta segunda-feira (20), três dias após ter sido esfaqueado pela própria companheira em Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo. A mulher, que foi presa em flagrante, alegou à polícia que agiu em legítima defesa durante uma discussão doméstica.

Detalhes do crime e investigação

Segundo o boletim de ocorrência, o crime ocorreu no sábado (18), durante uma confraternização familiar. Em seu depoimento, a mulher afirmou que discutiu com Douglas Aparecido da Silva e que ele teria tentado agredi-la fisicamente. Foi nesse momento, conforme seu relato, que ela pegou uma faca e o atingiu.

A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada em estado grave à Santa Casa de Santa Cruz do Rio Pardo. Infelizmente, Douglas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. A faca utilizada no crime foi apreendida pela perícia para análise forense.

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Andamento do caso e sepultamento

O caso foi registrado na Delegacia Seccional de Ourinhos como homicídio, e a Polícia Civil de Santa Cruz do Rio Pardo está investigando minuciosamente todas as circunstâncias do ocorrido. As autoridades buscam esclarecer se realmente houve legítima defesa ou se outros fatores motivaram o crime.

O corpo de Douglas Aparecido da Silva foi sepultado na manhã desta terça-feira (21), no Cemitério Municipal de Santa Cruz do Rio Pardo. Familiares e amigos compareceram ao velório para prestar suas últimas homenagens.

Contexto policial e próximos passos

A Polícia Civil destacou que a investigação está em andamento e que todos os aspectos do caso serão analisados, incluindo o depoimento da mulher e eventuais testemunhas presentes na confraternização. O objetivo é determinar a veracidade da alegação de legítima defesa e se houve algum histórico de violência doméstica entre o casal.

Enquanto isso, a mulher permanece presa à disposição da Justiça, aguardando as conclusões da investigação que poderão definir seu futuro legal. O caso chama a atenção para a complexidade das situações de violência doméstica e a importância de uma apuração rigorosa pela polícia.

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