Funcionária de supermercado é morta a facadas por ex-colega em Iporá, GO
Funcionária morta a facadas por ex-colega em supermercado

Funcionária de supermercado é assassinada por ex-colega em Iporá, Goiás

Uma tragédia chocou a cidade de Iporá, na região oeste de Goiás, na última terça-feira (20). Natasha Eduarda Alves de Sá, de 21 anos, funcionária de um supermercado local, foi morta a facadas dentro do estabelecimento onde trabalhava. O suspeito do crime é um jovem de 20 anos, ex-colega de trabalho da vítima, que agiu por vingança, segundo informações da Polícia Civil.

Detalhes do crime e cenas de violência

De acordo com o delegado Bruno de Paula, responsável pelas investigações, o suspeito utilizou uma das facas do próprio supermercado para cometer o assassinato. Imagens de câmeras de segurança, que circulam nas redes sociais, mostram o jovem entrando no local pouco antes do crime. Em seguida, ele pegou uma faca do estoque e se dirigiu até Natasha, iniciando uma conversa que terminou em tragédia.

A vítima foi atingida por nove facadas, conforme relatou o investigador. Apesar de ter sido socorrida rapidamente e levada a uma unidade de atendimento médico, Natasha não resistiu aos graves ferimentos e faleceu. A defesa do suspeito foi contatada, mas não se manifestou até o momento da última atualização desta reportagem.

Motivação por vingança e relação profissional

A polícia esclarece que a motivação do crime foi vingança. Em depoimento, o suspeito afirmou que era criticado por Natasha durante o período em que trabalhavam juntos. Não havia qualquer tipo de relacionamento amoroso entre eles, conforme destacou a investigação.

Natasha atuava como supervisora do jovem antes de seu desligamento da empresa, ocorrido há aproximadamente dois meses. Momentos antes do ataque, ele teria convidado a vítima para uma conversa, que culminou no crime brutal.

Indiciamento e possíveis penas

O delegado Bruno de Paula informou que o suspeito será indiciado por homicídio qualificado. As qualificadoras incluem motivo fútil e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Caso condenado, ele pode enfrentar uma pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.

Este caso trágico reforça a necessidade de debates sobre violência no ambiente de trabalho e medidas de segurança em estabelecimentos comerciais. A comunidade de Iporá está em luto, enquanto as investigações seguem em andamento para apurar todos os detalhes.