Resort Tayayá nega vínculo com Toffoli e caso Master, afirma ser condomínio com 1.500 proprietários
Resort Tayayá nega vínculo com Toffoli e caso Master

Resort Tayayá emite nota oficial negando vínculos com ministro Toffoli e caso Master

O Tayayá Resort divulgou uma nota de esclarecimento nesta quarta-feira, 12 de fevereiro de 2026, para explicar sua estrutura de propriedade e negar qualquer irregularidade em suas operações. O comunicado foi emitido em meio às investigações do caso Master, que envolve o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

Segundo a administração do resort, o empreendimento não pertence a um único dono, mas é instituído e regido nos termos da Lei 4.591/64, que disciplina os condomínios edilícios no Brasil. O modelo de negócio opera em dois formatos distintos: o tradicional, com unidades autônomas, e o regime de multipropriedade, dividido em 13 cotas de fração de tempo.

Estrutura do condomínio e serviços oferecidos

O resort detalhou que se trata de um condomínio que conta com mais de 1.500 condôminos, divididos entre proprietários das 70 unidades de flats e pousadas e os multiproprietários das demais unidades, que incluem apartamentos, villages e ecoview. Todos os condôminos têm acesso a serviços semelhantes aos de hotelaria e podem utilizar as unidades como primeira ou segunda moradia, ou ainda destiná-las à locação.

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Além das áreas residenciais e de lazer, o complexo conta com espaços comerciais sob propriedade e gestão da incorporadora, como marina, restaurantes, lojas e áreas de entretenimento. A administração enfatizou que o empreendimento segue em operação regular, preservando os direitos de condôminos, investidores, parceiros e usuários.

Pronunciamento do ministro Dias Toffoli

Paralelamente, o ministro Dias Toffoli também divulgou uma nota para explicar seus negócios relacionados ao resort Tayayá. O ministro admitiu ser sócio de uma empresa que vendeu participação no empreendimento, mas negou ser amigo do banqueiro Daniel Vorcaro. As declarações ocorrem após o pedido da Polícia Federal (PF) de suspeição de Toffoli no caso Master.

Toffoli afirmou que suas atividades são legais e transparentes, destacando que não há qualquer irregularidade em sua relação com o resort. Ele reforçou que segue todos os protocolos éticos e legais exigidos para um ministro do STF.

Compromisso com transparência e legalidade

Ao final da nota, a administração do Tayayá Resort declarou manter compromisso com a transparência, a legalidade e a boa governança. O texto afirma que o empreendimento opera dentro da lei e busca garantir a segurança e os direitos de todos os envolvidos.

O caso Master continua sob investigação, e as declarações do resort e do ministro Toffoli visam esclarecer a opinião pública sobre as acusações e suspeitas levantadas. As autoridades seguem analisando os documentos e informações para determinar a existência de possíveis irregularidades.

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