Filha de Marco Buzzi nega proximidade com jovem que acusa ministro de assédio sexual
Filha de Marco Buzzi nega relação com jovem que acusa ministro

Filha de ministro do STJ rebate denúncia de assédio e contesta narrativa de proximidade

A advogada Vitória Buzzi saiu publicamente em defesa de seu pai, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi, que enfrenta acusações de assédio sexual. Em declarações ao Radar, ela negou veementemente que a jovem de 18 anos, autora da denúncia, tivesse qualquer relação de proximidade ou intimidade com a família, como alegado no boletim de ocorrência.

Narrativa de "avô e confidente" é desmentida pela filha do ministro

No relato policial, conforme divulgado pela revista VEJA, a denunciante afirmou que "desde criança frequentava assiduamente o STJ e tinha o ministro Marco Buzzi como um avô e confidente". No entanto, Vitória Buzzi contestou essa versão, destacando que ela e suas irmãs sequer conhecem a moça.

"É um absurdo essa narrativa de que a moça teria proximidade ou até intimidade com a família ou com meu pai. É uma moça que nós, as filhas, sequer conhecemos e que nunca fez parte do nosso convívio", declarou a advogada.

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Relação familiar com a mãe da denunciante é recente, segundo Vitória

Vitória Buzzi também esclareceu que o vínculo de sua família com a mãe da jovem, uma renomada advogada, não é antigo. "Nunca existiu essa relação, como foi afirmado, de avô e confidente. A relação da advogada com a família é recente e, não de anos, como querem fazer crer", afirmou ela, sugerindo que a acusação pode estar baseada em informações distorcidas.

Defesa do ministro reafirma inocência em nota oficial

Em nota divulgada na segunda-feira, a defesa de Marco Buzzi reiterou que o ministro "não cometeu qualquer ato impróprio, como será possível demonstrar oportunamente no âmbitos dos procedimentos já instaurados". A declaração reforça a postura de negar as acusações e aguardar o desenrolar legal do caso.

O episódio ocorre em um contexto de crescente atenção pública a denúncias de assédio no meio jurídico e político, levantando debates sobre transparência e responsabilidade nas instituições brasileiras. A situação permanece sob investigação, com expectativa de novos desdobramentos nos próximos dias.

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