PGR pede arquivamento do caso das joias de Bolsonaro; STF analisa parecer
Caso das joias de Bolsonaro pode ser arquivado após parecer da PGR

PGR solicita arquivamento do caso das joias envolvendo ex-presidente Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando o arquivamento do caso das joias, que investiga o ex-presidente Jair Bolsonaro. O documento, assinado pelo procurador-geral Paulo Gonet, argumenta que a legislação brasileira não é suficientemente clara quanto ao destino adequado de presentes recebidos pelo presidente da República durante o exercício do cargo.

O caso, considerado um dos mais sensíveis para Bolsonaro, pode ser encerrado se o ministro relator Alexandre de Moraes acatar o pedido da PGR. Anteriormente, a Polícia Federal havia concluído as investigações e indiciado o ex-presidente, entendendo que ele cometeu crimes e deveria ser responsabilizado. No entanto, a PGR, que detém a prerrogativa de propor ação penal, divergiu dessa conclusão.

Operação Compliance Zero revela novas mensagens entre banqueiro e senador

Paralelamente, a segunda fase da operação Compliance Zero, que resultou na nova prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, trouxe à tona novas evidências. Mensagens apreendidas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro mostram o banqueiro referindo-se ao senador Ciro Nogueira, presidente do PP, como "amigo de vida".

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As conversas também revelam que Vorcaro comemorou a apresentação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que beneficiaria as transações do Banco Master. Em resposta, Ciro Nogueira afirmou nesta quinta-feira que não há nada de inadequado em suas interações com o banqueiro, defendendo a normalidade dos diálogos.

Adolescente suspeito de estupro coletivo no Rio é considerado foragido

No âmbito da Justiça do Rio de Janeiro, uma das varas da infância determinou a apreensão de um adolescente de 17 anos, suspeito de participar do estupro coletivo de uma jovem em Copacabana. Como é menor de idade, seu nome está protegido por sigilo judicial.

A apreensão, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), equivale a uma prisão. A Polícia Civil compareceu à residência do rapaz nesta quinta-feira, mas não o localizou, motivo pelo qual ele é considerado foragido. Os outros quatro envolvidos no crime já se entregaram às autoridades.

Investigadores apontam que o adolescente foragido é ex-namorado da vítima e teria sido o responsável por atraí-la até o local onde o crime ocorreu, aumentando a gravidade das acusações contra ele. O caso continua sob apuração, com esforços concentrados para localizar e capturar o suspeito.

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