Ex-funcionária processa Renata Sorrah por assédio moral e danos trabalhistas
Renata Sorrah é processada por ex-funcionária por assédio

A atriz Renata Sorrah e sua filha, Mariana Simões, enfrentam uma ação judicial movida por uma ex-funcionária que trabalhou na residência da família por dez anos. A trabalhadora alega ter sofrido assédio moral, acúmulo de funções e dispensa discriminatória, além de problemas de saúde decorrentes das condições de trabalho. O processo, protocolado em outubro de 2025 na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, pede indenização de quase R$ 1 milhão.

Detalhes da ação trabalhista

De acordo com os documentos aos quais a coluna GENTE teve acesso, a ex-funcionária foi contratada em 2014 como babá, mas com o tempo passou a desempenhar também tarefas de empregada doméstica e cuidadora de animais. Entre as atividades listadas estão limpeza da casa, lavagem de roupas, preparo de refeições e cuidados com os pets da família. A trabalhadora afirma que a remuneração recebida era superior ao valor registrado em carteira, o que configura diferenças salariais não pagas.

Outro ponto grave da reclamação são as jornadas exaustivas. A autora relata que trabalhava além do horário contratual, sem receber horas extras ou compensação adequada. A situação teria se agravado ao longo dos anos, levando a um quadro de adoecimento físico e emocional. Ela desenvolveu Transtorno de Ansiedade Generalizada e fibromialgia, doenças que a obrigaram a se afastar pelo INSS.

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Dispensa discriminatória e danos morais

A ex-funcionária alega que foi dispensada pouco tempo depois de retornar da licença previdenciária, sem a realização do exame demissional obrigatório. Para ela, a demissão foi discriminatória, pois ocorreu em um momento de vulnerabilidade física e mental. O processo pede indenização por danos morais devido ao assédio moral sofrido, à ausência do exame demissional e ao completo desamparo após o término do vínculo empregatício.

A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal O Dia e confirmada pela coluna GENTE, que teve acesso aos autos do processo. A defesa de Renata Sorrah e Mariana Simões ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.

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