Ladrão invade colégio particular em São Paulo durante fuga da Polícia Militar
Um homem foi preso nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, na capital paulista após uma fuga da Polícia Militar que terminou dentro dos muros do Colégio Santa Cruz, uma escola particular de alto padrão localizada na Zona Oeste da cidade. Além dele, um comparsa, que participava junto com ele de um assalto a residência, também foi detido pelas autoridades.
Perseguição policial e invasão da escola
O episódio aconteceu um pouco antes das 11h da manhã. Dois homens teriam sido flagrados furtando uma residência em um bairro próximo, quando foram surpreendidos por policiais militares. Os dois tentaram fugir da abordagem, dirigindo um veículo que entrou na avenida Arruda Botelho, no bairro de Alto de Pinheiros, na contramão.
O automóvel bateu de frente com uma viatura que foi deslocada para ajudar na perseguição aos criminosos. Na batida, um dos assaltantes foi preso imediatamente. O outro saiu correndo a pé e tentou se esconder da polícia dentro dos muros do Colégio Santa Cruz.
Conteção pelos seguranças e prisão
O suspeito foi contido pelos seguranças da escola e levado para os policiais militares, que o prenderam no local. Em um comunicado enviado aos pais, a direção da escola informou que as atividades não precisaram ser canceladas e que o incidente foi resolvido "rapidamente".
"No final da manhã, houve uma perseguição da Polícia Militar nas ruas próximas ao Colégio. Um suspeito invadiu a escola e foi rapidamente contido pelos nossos seguranças. Imediatamente, foi retirado do Colégio pela polícia. As atividades escolares estão mantidas", diz parte do comunicado enviado aos responsáveis.
Detalhes do ocorrido e segurança escolar
O caso destacou questões de segurança em instituições de ensino, mesmo em bairros considerados de alto padrão. A rápida ação dos seguranças do colégio evitou maiores transtornos e garantiu a segurança dos alunos e funcionários.
A Polícia Militar continua investigando os detalhes do assalto à residência que deu origem à perseguição. Os dois homens presos devem responder judicialmente pelos crimes de furto, invasão de propriedade e resistência à prisão.



