Jovem de 19 anos é preso após furtar celular em mercado de Barra Mansa
Jovem preso por furto de celular em mercado de Barra Mansa

Jovem é preso após furtar celular em mercado de Barra Mansa

Um jovem de 19 anos foi preso nesta sexta-feira (10) após cometer um furto em um mercado localizado no bairro Vila Elmira, em Barra Mansa, região Sul Fluminense do Rio de Janeiro. O caso ocorreu quando o suspeito aproveitou um momento de distração para subtrair um aparelho celular.

Sequência dos fatos e ação dos moradores

Segundo informações da Polícia Militar, os agentes foram acionados após o furto ser constatado. O homem conseguiu fugir inicialmente do local do crime, mas foi rapidamente localizado por moradores da região. Os populares não apenas o encontraram, como também o agrediram e o conduziram de volta ao estabelecimento comercial, onde aguardaram a chegada das autoridades.

Em seu depoimento, a vítima, que era atendente no mercado, relatou que estava prestando serviço ao suspeito quando percebeu o desaparecimento do seu telefone celular. A confirmação do furto veio após a verificação das imagens capturadas pelas câmeras de segurança do local, que registraram o momento exato do delito.

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Recuperação do aparelho e atendimento médico

O celular furtado foi recuperado integralmente após o suspeito ser trazido de volta ao mercado pelas pessoas que o capturaram. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada para prestar os primeiros socorros ao jovem, que apresentava ferimentos decorrentes das agressões sofridas. Ele foi transportado para a Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa, onde recebeu o tratamento médico necessário.

Registro policial e situação legal

Após ser liberado pela unidade de saúde, o indivíduo foi encaminhado diretamente para a delegacia de Barra Mansa. O boletim de ocorrência foi registrado como furto simples, sem a utilização de arma de fogo. O jovem permanece preso e agora aguarda as decisões da Justiça, que determinará os próximos passos do processo legal.

A Polícia Civil optou por manter a identidade do suspeito em sigilo, conforme é prática comum em investigações em andamento. O caso serve como alerta para a população sobre a importância da vigilância e dos procedimentos legais, mesmo em situações de flagrante delito.

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