Polícia prende três suspeitos por latrocínio de corretora em Florianópolis
Três presos por latrocínio de corretora em Florianópolis

Polícia prende três suspeitos por latrocínio de corretora em Florianópolis

A polícia de Santa Catarina prendeu três indivíduos suspeitos de envolvimento no latrocínio da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, ocorrido em Florianópolis. Um dos detidos, identificado como Matheus Vinícius Silveira Leite, de 27 anos, usava um nome falso e era foragido da justiça por outro assassinato, cometido em 2022 no interior de São Paulo.

Suspeito foragido usava identidade falsa

Matheus foi preso na sexta-feira, dia 13, quando tentava fugir para o Rio Grande do Sul com sua companheira, Letícia Jardim, de 30 anos, também suspeita no caso. Segundo o delegado Anselmo Cruz, o homem se apresentava como “John Ricce”, mas a polícia não encontrou documentos falsos com esse nome durante as investigações.

O suspeito tinha ligações com as vítimas de ambos os crimes. Em Florianópolis, ele era vizinho de Luciani, enquanto em São Paulo, havia trabalhado como segurança na padaria de João Batista Vieira, de 65 anos, assassinado em Laranjal Paulista em 2022. Naquele caso, Matheus foi identificado por testemunhas e imagens de segurança.

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Investigação rastreou compras com CPF da vítima

No crime contra Luciani, a polícia chegou até Matheus após identificar compras online realizadas com o CPF da corretora. As investigações revelaram que os suspeitos estavam se beneficiando de produtos adquiridos ilegalmente com os dados da vítima.

Além de Matheus e Letícia, uma terceira pessoa foi presa: Ângela Maria Moro, de 47 anos, encontrada com pertences de Luciani. Inicialmente detida por receptação, Ângela agora também é investigada pelo latrocínio, pois há indícios de sua participação na execução da corretora. Sua defesa afirmou que ela declara inocência.

Família do suspeito também foi investigada

A mãe de Matheus foi ouvida como investigada, mas até o momento não responde por nenhum crime. O mesmo ocorre com seu irmão, um adolescente de 14 anos, que foi encontrado com produtos comprados no nome de Luciani. A polícia esclarece que todos os envolvidos eram vizinhos da vítima, o que facilitou o acesso aos seus dados pessoais.

O caso continua sob investigação, com a polícia analisando possíveis conexões entre este crime e outros incidentes na região. As autoridades reforçam a importância da vigilância com documentos pessoais e alertam para os riscos de fraudes digitais.

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