Mulher suspeita de matar marido é solta após audiência de custódia em Parintins
Suspeita de matar marido é solta após audiência em Parintins

Mulher suspeita de matar marido é solta após audiência de custódia em Parintins

Ketlen Gaia, de 28 anos, suspeita de matar o companheiro, foi solta após uma audiência de custódia realizada na noite de segunda-feira (20), no Fórum de Justiça de Parintins, no interior do Amazonas. A Justiça negou o pedido de prisão preventiva feito pela Polícia Civil, e ela vai responder ao processo em liberdade.

Detalhes do crime e alegações de legítima defesa

O crime aconteceu em uma área de ocupação no bairro Pascoal Alaggio, no último domingo (19). A vítima, Felipe Alvin, de 22 anos, morreu após ser atingida por golpes de faca. Segundo a Polícia Civil, Ketlen é investigada por homicídio doloso, quando há intenção de matar.

Durante seu depoimento, ela teria confessado o crime, mas afirmou que agiu em legítima defesa, após ser agredida pelo companheiro. A suspeita apresentava lesões pelo corpo, o que poderia corroborar sua versão dos fatos.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Contradições apontadas pela polícia

Apesar das alegações de legítima defesa, a polícia aponta contradições na versão apresentada por Ketlen. Entre elas, a faca entregue pelas autoridades não seria a mesma usada no crime, levantando dúvidas sobre a narrativa.

Os investigadores também estão apurando se o casal estava sozinho no momento da ocorrência, o que poderia influenciar na determinação das circunstâncias do homicídio. Esses aspectos serão cruciais para o desenrolar do processo judicial.

Contexto local e próximos passos

O crime ocorreu em Parintins, uma cidade do interior do Amazonas, destacando desafios de segurança e justiça em áreas urbanas. Com a soltura de Ketlen, o caso segue em investigação, e ela responderá em liberdade, enquanto a polícia continua a coletar evidências para esclarecer os fatos.

Esse incidente reforça a importância de audiências de custódia para avaliar a legalidade de prisões e garantir direitos processuais, mesmo em casos graves como homicídios.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar