PRF prende quatro mulheres por contrabando de medicamentos na Via Dutra em Resende
Uma operação de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na prisão de quatro mulheres por contrabando e descaminho no último domingo (22), na Via Dutra, em Resende, no estado do Rio de Janeiro. O incidente ocorreu na altura do quilômetro 324 da rodovia, onde as suspeitas viajavam em um veículo alugado e apresentaram versões contraditórias sobre o propósito de sua viagem, que tinha origem em São José dos Campos, no interior de São Paulo.
Produtos irregulares apreendidos durante a fiscalização
Durante a abordagem, os agentes da PRF encontraram uma variedade de medicamentos e produtos irregulares nas bagagens das mulheres. Entre os itens apreendidos estavam cigarros eletrônicos, anabolizantes e ampolas de remédios para emagrecimento, incluindo um medicamento que ainda está em fase de testes e não possui autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização no território brasileiro.
Além disso, foram confiscados medicamentos destinados a tratamentos cardíacos e outros produtos farmacêuticos não especificados. As suspeitas alegaram possuir receita médica para os itens, mas não conseguiram apresentar documentação que comprovasse a legalidade da aquisição, conforme informado pela Polícia Rodoviária Federal.
Encaminhamento para a delegacia e registro do caso
Diante das evidências, as quatro mulheres foram encaminhadas para a delegacia de Resende, onde o caso foi formalmente registrado como descaminho e contrabando. Todo o material apreendido permanece sob custódia das autoridades, aguardando procedimentos legais.
Até o momento da publicação desta reportagem, as identidades das suspeitas estão sob sigilo, e não há informações detalhadas sobre seu status jurídico, embora se saiba que elas permanecem à disposição da Justiça para investigações posteriores.
A operação reforça a atuação da PRF no combate ao contrabando de produtos farmacêuticos e itens irregulares nas rodovias brasileiras, destacando os riscos associados à circulação de medicamentos sem autorização sanitária.



