Mulher é presa ao usar CNH falsa em atendimento público em Junqueirópolis (SP)
Mulher presa por CNH falsa em Junqueirópolis (SP)

Mulher é presa ao apresentar CNH falsa durante atendimento de serviço público em Junqueirópolis (SP)

Uma mulher de 44 anos foi presa em flagrante na manhã de terça-feira (27), após tentar utilizar uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsificada durante um atendimento no Poupatempo de Junqueirópolis, no interior de São Paulo. O caso chamou a atenção das autoridades locais e destacou os riscos associados à falsificação de documentos oficiais.

Detecção da irregularidade e ação policial

Segundo informações da Polícia Civil, a suspeita surgiu quando a mulher apresentou o documento em seu próprio nome para um serviço público. No entanto, após consultas aos sistemas oficiais, não foi encontrado nenhum registro válido de habilitação emitida em seu nome, o que levantou imediatamente dúvidas sobre a autenticidade da CNH.

A polícia foi acionada e equipes se deslocaram até o local para investigar o caso. A mulher foi conduzida à delegacia, onde novas verificações nos bancos de dados confirmaram a ausência de um registro legítimo. Durante a análise, os agentes identificaram diversos indícios claros de falsificação no documento.

  • O QR Code impresso na CNH não pôde ser lido adequadamente, indicando uma possível adulteração.
  • As dimensões do documento eram visivelmente superiores ao padrão estabelecido para CNHs regularmente emitidas.

Confissão e motivação do crime

Durante o interrogatório, a mulher confessou ter adquirido a CNH falsa por meio de contato com uma terceira pessoa. Ela explicou que tentou obter a habilitação pelos meios legais, mas não conseguiu, optando então por comprar o documento fraudulento pela internet pelo valor de R$ 800. A CNH foi posteriormente entregue pelos Correios, evidenciando a facilidade com que tais itens podem ser obtidos ilegalmente.

Desfecho legal e medidas cautelares

A mulher foi presa em flagrante pelo crime de uso de documento falso, conforme previsto no artigo 304 do Código Penal. O documento foi apreendido e encaminhado para exame pericial, a fim de aprofundar as investigações e coletar mais provas.

Na manhã de quarta-feira (28), ela passou por audiência de custódia, onde a Justiça concedeu liberdade provisória sem fiança. No entanto, foram aplicadas medidas cautelares, exigindo que ela responda ao processo em liberdade, sob condições específicas determinadas pela lei.

Este caso serve como um alerta sobre as consequências graves do uso de documentos falsos, que podem resultar em prisão e processos judiciais, além de prejudicar a segurança pública e a integridade dos serviços governamentais.