Mãe morde diretora de colégio estadual em Andirá após discussão sobre uniforme escolar
Mãe morde diretora de colégio em Andirá após discussão sobre uniforme

Mãe de aluno morde diretora e agride funcionárias em colégio estadual de Andirá

Um caso de extrema violência abalou a comunidade escolar de Andirá, no norte do Paraná, na última quarta-feira (18). Uma mãe de aluno, de 38 anos, foi responsável por uma série de agressões físicas dentro de um colégio estadual, incluindo uma mordida que arrancou um pedaço de pele do braço da diretora da instituição.

Discussão sobre uniforme escolar desencadeia violência

Segundo informações da Polícia Civil, a mulher havia sido convocada para uma reunião na escola para discutir o uso de uniforme por parte de seu filho. Embora o estudante estivesse sem o traje obrigatório, ele possuía autorização formal da instituição para frequentar as aulas dessa forma. O encontro tinha como objetivo buscar uma solução amigável para a situação, mas tomou um rumo completamente inesperado.

O delegado Denner dos Santos Roque, responsável pelo caso, relatou que a agressora chegou ao local visivelmente alterada. "Ela chegou com um capacete na mão. Em determinado momento, deu uma capacetada no rosto de uma das vítimas e partiu para agressão. Depois, deu uma mordida no braço da diretora, que arrancou um pedaço de pele", afirmou o policial em detalhes chocantes sobre o ocorrido.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Sequência de agressões e fuga da suspeita

A violência não se limitou à diretora. Uma pedagoga que tentou intervir para conter a mãe enfurecida também foi alvo de socos. Na saída do estabelecimento, a suspeita ainda atingiu uma professora com o capacete que carregava, completando um total de três funcionárias agredidas durante o episódio.

Após cometer os atos violentos, a mulher fugiu do local. Posteriormente, ela compareceu voluntariamente à delegacia, mas não foi presa em flagrante. A Polícia Civil informou que ela responderá judicialmente por lesão corporal, injúria, desacato e vias de fato. Como não houve prisão imediata, um eventual pedido de prisão preventiva deverá ser analisado pela Justiça em momento oportuno.

Medidas pós-agressão e posicionamento oficial

As vítimas foram orientadas a realizar exame de corpo de delito para documentar as lesões sofridas. A direção da escola também anunciou que adotará medidas legais cabíveis, incluindo um pedido de proteção para garantir a segurança da equipe pedagógica.

A Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) emitiu uma nota oficial informando que acompanha o caso com atenção. A pasta reforçou que situações de violência no ambiente escolar são tratadas com máxima prioridade, visando sempre garantir a segurança e o bem-estar de toda a comunidade educacional.

Este incidente grave levanta questões importantes sobre a segurança nas escolas públicas e os mecanismos de proteção disponíveis para profissionais da educação que enfrentam situações de risco no exercício de suas funções.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar