Médico é preso por importunação sexual de adolescente durante consulta em Minas Gerais
A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a prisão em flagrante de um médico de 76 anos, suspeito de cometer o crime de importunação sexual contra uma adolescente de 16 anos. O caso ocorreu durante uma consulta médica para emissão do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), no Centro de Brasilândia de Minas, localizada no noroeste do estado.
Denúncia e prisão do profissional
Segundo informações da Polícia Militar, a paciente, que estava acompanhada de um responsável legal, procurou uma unidade policial na tarde da última terça-feira, dia 27, para formalizar a denúncia. A adolescente relatou que foi tocada de forma inadequada pelo médico durante o exame clínico, com o profissional extrapolando os limites do procedimento e causando constrangimento e abalo emocional significativos.
Após o registro da ocorrência, os militares iniciaram buscas imediatas e conseguiram localizar e prender o suspeito em seu próprio consultório, onde ele realizava atendimentos. A ação policial foi rápida e eficaz, resultando na detenção do médico no local de trabalho.
Procedimentos legais e encaminhamentos
Em nota oficial, a Polícia Civil informou que o médico foi ouvido pelo delegado responsável pelo caso e, em seguida, preso em flagrante pelo crime de importunação sexual. A corporação destacou que o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e agora está à disposição da Justiça para os próximos trâmites legais.
Esse tipo de crime, que envolve condutas sexuais não consentidas em contextos de vulnerabilidade, tem ganhado maior visibilidade nos últimos anos, reforçando a importância de denúncias rápidas e da atuação diligente das autoridades. A prisão em flagrante demonstra a seriedade com que as forças de segurança estão tratando casos de violência sexual, especialmente quando envolvem profissionais em posição de confiança, como médicos.
O caso ocorreu em Brasilândia de Minas, uma cidade do noroeste mineiro, e serve como alerta para a necessidade de vigilância e proteção a pacientes, principalmente adolescentes, durante procedimentos médicos. As investigações continuam em andamento, e a Polícia Civil deve apresentar mais detalhes sobre o caso nas próximas etapas do processo.