Médico cardiologista é preso por suspeita de importunação sexual contra paciente em Ubatuba
Médico preso por importunação sexual contra paciente em Ubatuba

Médico cardiologista é preso preventivamente por suspeita de importunação sexual em Ubatuba

Um médico cardiologista de 58 anos foi preso na manhã desta quinta-feira, 12 de setembro, em Ubatuba, no Litoral Norte do estado de São Paulo. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça local, que investiga um caso grave de importunação sexual contra uma paciente. O profissional, identificado como Adilson Naldi Dias, foi detido em um condomínio residencial no bairro Mato Dentro, por volta das 9 horas, sem oferecer resistência às autoridades policiais.

Detalhes do crime e investigação em andamento

Segundo informações da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Ubatuba, responsável pelo caso, as investigações tiveram início após o registro de uma ocorrência formal pela paciente. Em seu depoimento, a mulher relatou que, durante uma consulta médica, o cardiologista a apalpou na região peitoral, por debaixo da blusa. Além disso, o médico também teria encostado e esfregado o pênis contra ela, caracterizando um ato de importunação sexual.

A Polícia Civil destacou que o exame de corpo de delito já foi realizado, corroborando as alegações da vítima. As autoridades também afirmam que as investigações indicam que este não seria um caso isolado, levantando suspeitas sobre a possível existência de outras vítimas. Por isso, os trabalhos policiais continuam ativamente para apurar novos fatos e identificar potenciais testemunhas ou pacientes que possam ter sofrido abusos similares.

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Prisão e encaminhamento do acusado

Após ser localizado em sua residência, o médico foi conduzido à delegacia para os procedimentos padrão de detenção. Em seguida, foi encaminhado a uma unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça, aguardando as próximas etapas do processo legal. A prisão preventiva foi expedida com base nas evidências coletadas e na gravidade das acusações, visando garantir a segurança da vítima e a continuidade das investigações.

O g1 entrou em contato com a defesa do médico e com a clínica onde ele trabalhava, mas ainda não obteve retorno. A matéria será atualizada assim que novas informações forem disponibilizadas pelas partes envolvidas. Este caso reforça a importância dos canais de denúncia e da atuação diligente das autoridades em crimes de violência sexual, especialmente quando ocorrem em contextos de confiança, como consultórios médicos.

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