Foragido por homicídio após baile funk na Zona Sul do Rio é preso em estação do metrô
Policiais civis efetuaram, nesta quinta-feira (16), a prisão de um homem identificado como gerente do tráfico de drogas do Comando Vermelho e foragido por participar de um homicídio ocorrido em 2018, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A captura de Bruno de Souza Nogueira, conhecido pelo apelido de Tizil, foi realizada por agentes da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme).
Localização e operação policial
O indivíduo foi localizado na estação General Osório do metrô, situada em Ipanema, após um monitoramento de aproximadamente um mês. De acordo com as investigações, Tizil estava escondido fora da comunidade do Cantagalo, também em Ipanema, onde costumava atuar. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Detalhes do crime de 2018
O homicídio em questão aconteceu há oito anos, logo após um baile funk realizado na comunidade Pavão-Pavãozinho, em Copacabana. Conforme relatos policiais, a vítima foi abordada por criminosos ao deixar o local e morto a tiros, à queima-roupa. O corpo, posteriormente, foi esquartejado e incendiado, em um ato de extrema violência.
Atuação criminosa do preso
As investigações apontam que Bruno de Souza Nogueira atuava como gerente de um ponto de venda de drogas na comunidade e também teria participação ativa em disputas entre facções criminosas, exercendo a função de "puxador de guerras". Ele é acusado de envolvimento direto no crime de 2018, além de ter outras passagens pela polícia por delitos como:
- Tráfico de drogas
- Associação para o tráfico
- Disparo de arma de fogo
- Homicídio qualificado
Contexto e próximos passos
A prisão representa um avanço significativo nas operações contra o crime organizado na região, destacando a atuação coordenada das forças de segurança. A Polícia Civil do Rio de Janeiro reforça seu compromisso em combater a violência e apreender foragidos envolvidos em crimes graves. Até o momento, o g1 tenta estabelecer contato com a defesa de Bruno Nogueira para obter mais informações sobre o caso.



