Fisioterapeuta é presa em Araruama por vender e aplicar remédios ilegais para emagrecimento
Fisioterapeuta presa por vender remédios ilegais em Araruama

Fisioterapeuta é detida por comercializar medicamentos proibidos na Região dos Lagos

Uma fisioterapeuta foi presa na tarde desta terça-feira, 10 de setembro, na cidade de Araruama, localizada na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A mulher é suspeita de vender e aplicar medicamentos para emagrecimento sem a devida autorização dos órgãos competentes, conforme informações divulgadas pela Polícia Civil.

Operação policial segue denúncias recebidas pelo setor de inteligência

A prisão ocorreu após o setor de inteligência da polícia receber diversas denúncias sobre a comercialização e aplicação irregular das chamadas "canetas emagrecedoras". Diante da gravidade dos crimes investigados, a Justiça determinou a prisão preventiva da suspeita, sem estipulação de fiança, e ela permanece detida.

De acordo com os investigadores, a mulher vai responder por dois crimes principais:

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  • Exercício ilegal da medicina
  • Venda ilegal de medicamentos

Produtos apreendidos podem ter origem no Paraguai

A polícia informou que alguns dos produtos apreendidos durante a operação não são comercializados legalmente no Brasil e podem ter sido trazidos ilegalmente do Paraguai. Essa situação pode configurar ainda o crime de contrabando, ampliando as acusações contra a fisioterapeuta.

Por ser apenas fisioterapeuta, a mulher não possui autorização legal para prescrever ou administrar medicamentos controlados, especialmente aqueles destinados a tratamentos de emagrecimento que exigem supervisão médica especializada.

Penas podem chegar a 15 anos de prisão

Conforme esclarecido pela Polícia Civil, as penas para os crimes apurados nesta investigação podem variar significativamente, com possibilidade de 10 a 15 anos de prisão, dependendo da gravidade das condutas e dos resultados periciais. A defesa da suspeita ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.

As autoridades continuam investigando a extensão da rede de comercialização desses medicamentos ilegais e alertam a população sobre os riscos de utilizar produtos não regulamentados, que podem oferecer sérios perigos à saúde.

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