Executor recebe moto como pagamento por homicídio de pecuarista no Tocantins
Executor recebe moto como pagamento por homicídio no Tocantins

Executor recebe moto como pagamento por homicídio de pecuarista no Tocantins

Um homem de 29 anos foi preso na manhã desta segunda-feira, 6 de maio, suspeito de assassinar o pecuarista Felismar Pereira Neco, de 45 anos. O crime ocorreu em junho de 2022, na zona rural de Divinópolis do Tocantins, localizada na região oeste do estado. A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO) cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o suspeito na cidade de Caseara, intensificando as investigações sobre o caso.

Motivação do crime envolve desaprovação de relacionamento

Segundo o delegado Bruno Monteiro Baeza, responsável pela investigação, o homicídio teria sido motivado pela desaprovação do pai de uma adolescente em relação ao namoro dela com a vítima. O pai é suspeito de ser o mandante do crime e permanece foragido, com a polícia empenhada em localizá-lo. Como os nomes dos suspeitos não foram divulgados oficialmente, não foi possível contatar suas defesas para comentários.

O assassinato aconteceu na noite de 5 de junho de 2022. Na manhã seguinte, o corpo de Felismar foi encontrado em uma fazenda, apresentando marcas de tiros de espingarda. Uma testemunha relatou à Polícia Militar (PM) que encontrou a caminhonete da vítima ainda ligada e localizou o corpo durante buscas na região, indicando uma cena de crime violenta e premeditada.

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Investigação detalha emboscada e pagamento com moto

A investigação apontou que Felismar, que também atuava na negociação de gado, foi atraído para uma emboscada em um local isolado. O executor teria recebido uma moto, avaliada em aproximadamente R$ 3 mil, como pagamento pelo crime. Este detalhe chama a atenção para os métodos utilizados em crimes contratados na região, destacando a gravidade do caso.

De acordo com a polícia, o mandante do assassinato é o pai da adolescente que namorava Felismar. Os investigadores informaram que a jovem já tinha idade legal para consentir com o relacionamento e não havia sinais de abuso envolvidos. "O mandante do crime é o pai da adolescente, que era terminantemente contra o namoro", explicou o delegado Bruno Baeza, enfatizando a motivação pessoal por trás do ato violento.

Desfecho da operação policial e buscas continuam

Após o assassinato, tanto o executor quanto o mandante fugiram do local. O suspeito de ter efetuado os tiros foi levado para a Central de Atendimento da Polícia Civil em Paraíso do Tocantins e, posteriormente, encaminhado para a Unidade Penal Regional da cidade. A polícia continua as buscas pelo pai da adolescente, reforçando o compromisso com a justiça e a segurança pública na região.

Este caso ressalta a complexidade de crimes passionais e a importância das investigações policiais em solucionar homicídios no interior do Brasil. A comunidade local permanece atenta aos desdobramentos, enquanto as autoridades trabalham para garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados.

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