Ex-funcionário é preso por planejar latrocínio de empresário no Amazonas
Ex-funcionário preso por planejar latrocínio no Amazonas

Ex-funcionário é preso suspeito de planejar latrocínio de chefe no interior do Amazonas

Um homem de 23 anos foi preso suspeito de ser o mentor do latrocínio que resultou na morte do empresário do ramo pesqueiro Francisco Campos, de 74 anos, em Manacapuru, no interior do Amazonas. O crime ocorreu em setembro de 2025, na zona rural do município, e envolveu violência extrema contra a vítima e seu filho.

Detenção após meses de buscas

Carlos Eduardo Bastos foi localizado durante uma ação conjunta entre a Delegacia de Manacapuru e a Polícia Militar de Careiro, onde estava escondido desde o crime. Segundo a polícia, ele era ex-funcionário da vítima e teria usado informações privilegiadas para planejar o assalto de forma meticulosa.

As buscas por Carlos Eduardo começaram em outubro de 2025, após a prisão de um dos executores do crime. Na ocasião, provas concretas apontaram a participação direta dele no planejamento do latrocínio, levando as autoridades a intensificarem as investigações.

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Crime brutal na zona rural

O crime aconteceu na residência da vítima, na zona rural de Manacapuru. Francisco Campos e seu filho foram rendidos, amarrados e torturados durante o assalto. O empresário foi baleado e morreu no local, enquanto o filho ficou gravemente ferido, sobrevivendo ao ataque.

Após a ação violenta, o grupo criminoso fugiu levando um carro da família e outros bens valiosos, deixando um rastro de destruição e trauma na comunidade local.

Traição e motivação financeira

De acordo com as investigações, mesmo após receber ajuda financeira e oportunidades de trabalho da família do empresário, o suspeito organizou a ação criminosa com a participação de outros envolvidos. Essa traição destacou a natureza calculista do plano, que explorou a confiança e a generosidade da vítima.

Carlos Eduardo vai responder por latrocínio e permanece à disposição da Justiça, aguardando os próximos passos do processo legal. As investigações continuam ativas para identificar e prender todos os envolvidos no crime, garantindo que a justiça seja plenamente aplicada.

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