Dono de adega é preso e liberado após venda de bebidas a menores em Salto de Pirapora
O proprietário de uma adega em Salto de Pirapora, no interior de São Paulo, foi preso no sábado (28) sob suspeita de vender bebidas alcoólicas para menores de idade. No entanto, ele foi solto após passar por uma audiência de custódia realizada no domingo (29). O estabelecimento foi imediatamente interditado pela Polícia Civil como parte das medidas tomadas para investigar o caso.
Adolescentes passam mal e são hospitalizados
A polícia foi acionada após três adolescentes apresentarem mal-estar grave, supostamente devido ao consumo de álcool. Segundo relatos das vítimas, as bebidas foram adquiridas na adega em questão. Os jovens foram rapidamente socorridos e transportados para a Santa Casa de Salto de Pirapora, sendo posteriormente transferidos para o Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS). Felizmente, eles permanecem em estado estável e sem risco de vida, conforme informado pelas autoridades médicas.
Negativa do acusado e medidas cautelares
Durante as investigações, o dono da adega negou veementemente as acusações, afirmando que só realiza vendas de bebidas alcoólicas mediante a apresentação de documento de identificação válido. Apesar de sua defesa, ele foi preso e encaminhado à delegacia local. Após a audiência de custódia, o suspeito foi liberado com a aplicação de medidas cautelares, que visam garantir que ele não cometa novos delitos durante o processo legal.
Reabertura e nova interdição do estabelecimento
Conforme apurado pela TV TEM, após ser solto, o homem retornou à sua adega e retomou as atividades comerciais normalmente. No entanto, o funcionamento do local foi denunciado às autoridades municipais, resultando em uma nova autuação por parte da fiscalização. Como consequência, a adega foi lacrada novamente, reforçando a seriedade das acusações e a necessidade de cumprimento das leis de venda de álcool.
Este caso destaca a importância da vigilância constante sobre estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas, especialmente em relação à proteção de menores. As autoridades continuam a investigar o incidente para determinar responsabilidades e evitar futuras ocorrências similares na região de Sorocaba e Jundiaí.



