Dino sofre hostilidade em aeroporto e pede educação cívica a empresas
Dino sofre hostilidade em aeroporto e pede educação cívica

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), revelou nesta segunda-feira ter sido vítima de um ato de hostilidade por parte de uma funcionária de uma empresa aérea. O episódio foi narrado pelo próprio magistrado em sua conta no Instagram.

Detalhes do ocorrido

Segundo o relato, a funcionária, ao visualizar o nome do ministro no cartão de embarque, teria dito a um agente de polícia judicial que sentia vontade de xingá-lo. Em seguida, acrescentou que seria melhor "matar" do que apenas xingar. Dino não especificou qual empresa estava envolvida nem a data exata do incidente.

Preocupação coletiva

O ministro afirmou que a situação não é de "interesse exclusivamente pessoal, e sim coletivo". Ele alertou para os riscos potenciais: "Imaginemos que outros funcionários, da mesma ou outra empresa aérea, sejam contaminados com idêntico ódio. Isso pode significar até riscos para segurança de aeroportos e de voos e, por conseguinte, de outros passageiros. Imaginemos se isso se alastra para outros segmentos de negócios: um cliente corre o risco de, por exemplo, ser envenenado?", questionou.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Apelo por educação cívica

Dino concluiu sua postagem com um "apelo" às empresas para que promovam campanhas de educação cívica entre seus funcionários. "Assim, o pedido que faço às empresas em geral, mas especialmente àquelas que lidam com o público, é que façam campanhas internas de EDUCAÇÃO CÍVICA para que todos possam conviver em PAZ, especialmente nesse ano eleitoral, em que muitos sentimentos se acirram", sugeriu o ministro.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar