Justiça condena cliente a 31 anos por assassinato de advogado criminalista em Ibirité
Cliente condenado a 31 anos por matar advogado em Ibirité

Justiça condena cliente a 31 anos de prisão por assassinato de advogado criminalista

A Justiça de Minas Gerais condenou Diego Caldeira Hastenreter a 31 anos de reclusão pelo homicídio do advogado criminalista Pedro Cassimiro Queiroz Mendonça. O crime ocorreu em maio de 2024, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e a sentença foi proferida nesta quarta-feira (15), na 1ª Vara Criminal, da Infância e da Juventude e de Cartas Precatórias Criminais da Comarca de Ibirité.

Detalhes da sentença e regime de cumprimento

A decisão judicial determinou que a pena seja cumprida, inicialmente, em regime fechado. O réu, que já estava preso preventivamente para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal, segundo informações do Judiciário, tem o direito de recorrer da condenação. O g1 Minas tenta contato com a defesa de Diego Caldeira Hastenreter para obter um posicionamento sobre o caso.

Relembrando o caso do assassinato

O advogado criminalista Pedro Cassimiro Queiroz Mendonça, de 40 anos, foi assassinado a tiros em uma rua próxima ao fórum de Ibirité, na Grande BH, quando se dirigia para almoçar. Ele deixou um filho de seis anos. As investigações apontam que o crime teria sido motivado por desentendimentos relacionados a um processo, uma vez que o assassino era cliente da vítima.

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Diego Caldeira Hastenreter fugiu após o homicídio e só foi preso meses depois, em julho de 2024, na cidade de Papagaios, localizada no Centro-Oeste de Minas Gerais. No momento da prisão, ele estava dormindo em casa, acompanhado de sua companheira e filhas. A captura ocorreu após intensa busca pelas autoridades policiais.

Impacto e contexto do crime

Este caso chocou a comunidade jurídica e local, destacando os riscos enfrentados por profissionais do direito em suas atividades cotidianas. A condenação reforça a atuação do sistema judiciário na punição de crimes violentos, especialmente aqueles que envolvem figuras públicas ou profissionais em exercício de suas funções.

A sentença de 31 anos reflete a gravidade do delito, considerando fatores como a forma de execução e a relação entre vítima e réu. A Justiça enfatizou a necessidade de cumprimento rigoroso da pena para assegurar a justiça e a segurança na sociedade.

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