Casal é preso por vender ilegalmente canetas emagrecedoras em salão de beleza em Americana
Casal preso por vender canetas emagrecedoras ilegais em Americana

Casal é detido por comercializar ilegalmente canetas emagrecedoras em Americana

A Polícia Civil realizou a prisão de um casal na manhã desta sexta-feira (27), no bairro Vila Dainese, em Americana, no interior de São Paulo. Os suspeitos são acusados de comercializar de forma ilegal canetas emagrecedoras, com aplicações sendo feitas em um salão de beleza que, posteriormente, foi interditado pela Vigilância Sanitária municipal.

Investigação aponta rede de venda de medicamentos proibidos

De acordo com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana, que atuou em conjunto com policiais de Hortolândia, as investigações revelaram que a família estava envolvida no armazenamento, revenda e aplicação de medicamentos à base de tirzepatida. Este princípio ativo nem sempre é liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e, no caso específico, os produtos apreendidos eram proibidos por não possuírem registro no Brasil.

As apurações indicaram que o casal já era conhecido por promover a venda dessas canetas emagrecedoras através de redes sociais. Os pagamentos eram efetuados via Pix, e as aplicações ocorriam no salão de beleza localizado na Vila Dainese.

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Mandados de busca resultam em apreensões e interdição

As investigações foram encaminhadas à 4ª Vara do Juiz das Garantias, que emitiu mandados de busca para endereços ligados aos suspeitos. Os mandados foram cumpridos na manhã de sexta-feira, resultando na apreensão de produtos para aplicação tanto no salão de beleza quanto nas residências do casal e dos pais do homem.

A Vigilância Sanitária constatou que o estabelecimento comercial não possuía alvará de funcionamento ou autorização dos órgãos competentes, o que levou à sua imediata interdição. O casal foi conduzido à sede da DIG e autuado em flagrante, respondendo pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produtos terapêuticos ou medicinais sem licença.

Suspeitos permanecem à disposição da Justiça

Após a autuação, o homem e a mulher foram encaminhados a uma unidade prisional, onde permaneceram à disposição da Justiça para a realização de audiência de custódia. As autoridades reforçam os riscos à saúde associados ao uso de medicamentos não regulamentados, destacando a importância de adquirir produtos apenas em estabelecimentos autorizados e com prescrição médica adequada.

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