Um episódio inusitado de tentativa de invasão terminou de forma constrangedora para o suspeito na Índia. Na última segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, um homem ficou literalmente preso no buraco de um exaustor de parede ao tentar entrar em uma casa alheia.
O momento do flagra e o resgate
A situação absurda foi descoberta pelos próprios moradores da residência. Ao retornarem para casa e acenderem as luzes, se depararam com uma cena inacreditável: metade do corpo do invasor estava para dentro do imóvel, enquanto a outra metade permanecia do lado de fora, travada no duto de ventilação.
Os vizinhos, alertados pela situação, se uniram aos moradores e acionaram imediatamente a polícia. O caso rapidamente atraiu a atenção local, transformando a tentativa de crime em um espetáculo público de fracasso.
Ação das autoridades e destino do suspeito
Equipes de socorro foram enviadas ao local para realizar a operação de resgate. O homem, que passou um tempo considerável na posição desconfortável e exposto, foi finalmente retirado do buraco do exaustor pelos bombeiros ou policiais.
Após ser liberado do confinamento involuntário, o suspeito não teve tempo de se recuperar do constrangimento. Ele foi imediatamente detido e levado para a cadeia, onde responderá pelas acusações de tentativa de invasão domiciliar.
Crimes inusitados e a lição do caso
Este incidente se junta a uma série de casos bizarros de tentativas de crime que falham de maneira espetacular. A cena, registrada em vídeo, mostra como uma ação ilegal mal planejada pode terminar em humilhação pública e prisão.
O episódio serve como um alerta tanto para potenciais criminosos, sobre os riscos e consequências de tais atos, quanto para os moradores, sobre a importância da vigilância comunitária. A rápida reação dos vizinhos e a colaboração com a polícia foram decisivas para a resolução do caso.
O vídeo do resgate, que circulou nas redes sociais, se tornou um viral e um exemplo marcante de como o azar e a falta de planejamento podem transformar um plano criminoso em uma armadilha para o próprio autor.