Golpistas se passam por atendentes do Procon para aplicar fraudes no Rio de Janeiro
A Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor (Sedcon) e o Procon do Rio de Janeiro (Procon-RJ) emitiram um alerta urgente sobre um novo golpe que tem circulado amplamente por aplicativos de mensagem e redes sociais. Criminosos estão se passando por atendentes do Procon para enganar consumidores e aplicar fraudes financeiras, utilizando táticas de engenharia social para obter informações sensíveis.
Como funciona o golpe
Segundo os órgãos de defesa do consumidor, as mensagens falsas utilizam indevidamente o nome de um suposto atendente identificado como Júlio Cézar. Os golpistas tentam convencer as vítimas a fornecer dados pessoais e financeiros ou a realizar pagamentos, alegando questões burocráticas ou problemas com serviços.
A Sedcon e o Procon-RJ reforçam que nunca entram em contato com consumidores para pedir acesso a contas bancárias, senhas, dados financeiros, transferências de valores ou qualquer tipo de pagamento. Todos os serviços e orientações oferecidos pelos órgãos são totalmente gratuitos.
Orientações oficiais para proteção
O secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, foi enfático ao alertar a população: "A Sedcon e o Procon não cobram por atendimento, não pedem dados bancários e não solicitam pagamentos. Se alguém entrar em contato em nosso nome pedindo qualquer valor ou informação financeira, pode ter certeza: é golpe".
De acordo com os órgãos, a orientação para quem receber mensagens suspeitas é clara:
- Não responder às mensagens
- Não clicar em links suspeitos
- Não fornecer informações pessoais ou financeiras
- Não realizar nenhum tipo de pagamento
Canais oficiais e denúncias
O consumidor deve buscar exclusivamente os canais oficiais da Sedcon e do Procon-RJ para confirmar informações ou solicitar atendimento. "A nossa prioridade é a segurança do consumidor. Por isso, é fundamental desconfiar de mensagens fora dos canais oficiais e denunciar tentativas de fraude. Informação é a melhor forma de prevenção", reforçou o secretário Gutemberg Fonseca.
Este tipo de crime digital tem se tornado cada vez mais comum, exigindo que os consumidores estejam atentos e bem informados sobre as práticas legítimas dos órgãos de defesa do consumidor.