Operação 'Apanhador de Sonhos' da PF prende dois suspeitos por crimes de abuso sexual infantojuvenil
A Polícia Federal (PF) de Campinas, no interior de São Paulo, realizou uma ação significativa nesta quinta-feira (29), resultando na prisão em flagrante de dois homens acusados de armazenar e compartilhar conteúdo de abuso sexual infantojuvenil. A operação, batizada de 'Apanhador de Sonhos', tem como objetivo principal proteger a infância e combater a violência virtual que ameaça a dignidade e a segurança de crianças e adolescentes.
Detalhes das prisões e apreensões
Durante a operação, que ocorreu na manhã desta quinta-feira, os agentes da PF prenderam um homem de 43 anos em Hortolândia e outro de 19 anos na cidade de Campinas. Além das prisões, os policiais apreenderam diversos dispositivos eletrônicos, incluindo computadores e celulares, que serão encaminhados para perícia técnica. A análise desses equipamentos visa aprofundar as investigações e identificar outros possíveis envolvidos nas atividades criminosas.
Origem e metodologia da investigação
A operação é resultado de dois procedimentos investigativos iniciados em Campinas, que utilizaram inteligência policial e ferramentas tecnológicas avançadas para rastrear crimes cometidos no ambiente digital. Segundo a PF, essa abordagem permite monitorar e combater efetivamente a disseminação de material ilegal na internet, focando em redes que exploram a vulnerabilidade de menores.
Objetivos e recomendações da PF
A PF reforça que a operação 'Apanhador de Sonhos' simboliza um compromisso contínuo com a proteção da infância, e novas ações similares estão planejadas para ocorrer ao longo do ano. A corporação também emitiu orientações importantes para pais e responsáveis:
- Manter atenção constante ao uso da internet por crianças e adolescentes.
- Promover o monitoramento ativo das atividades online.
- Estabelecer um diálogo aberto sobre os riscos da internet.
- Acompanhar de perto o comportamento digital para prevenir abusos.
Essas medidas são consideradas essenciais para reduzir os riscos e evitar que crimes virtuais afetem a segurança dos jovens.